segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Projeto internacional ajuda gays a deixarem a prática homossexual


Os casamentos gays registraram aumento de 51,7% desde de 2013, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Entre 2014 e 2015, o número cresceu mais do que as formalizações de compromissos entre casais heterossexuais. Essa estimativa só tem aumentado desde então, e consequentemente tem atingido muitos homens brasileiros, até mesmo dentro das igrejas.
No entanto, existem pessoas que não querem se entregar a esses impulsos sexuais e por isso buscam ajuda. Atualmente, o projeto que mais tem dado resultados de restauração é o Joel 2:25, que nasceu em Dallas, no Texas (EUA) e hoje está presente em mais de 92 países.
A missão desse programa, fundado há 8 anos, é promover uma alternativa para pessoas com Atração pelo Mesmo Sexo – AMS. Através de atividades variadas o indivíduo é impactado diariamente e consegue descobrir a sua própria heterossexualidade subjacente, ou pelo menos diminuir sua erotização pelo mesmo sexo.

A ideia de criar esse grupo nasceu de Jeremy Schwab, um artista que durante sua carreira teve contato com a homossexualidade. Sua história somente mudou, quando ele fez parte de um retiro de transformação e a partir daí decidiu tomar novos rumos.
“Em 2010, voltei para Cristo, depois de ter vivido um estilo de vida gay ativo por mais de 12 anos (a partir de Ensino Médio). Desde então, tenho experimentado grande cura, restauração e redução significativa de atração por pessoas do mesmo sexo, através da oração, missa diária, terapia reparativa, e cura das emoções feridas”, diz.
Inicialmente os trabalhos foram feitos entre católicos, pois Jeremy era dessa religião. Porém, com o tempo outros grupos demonstraram interesse nessa técnica e hoje protestantes, judeus, muçulmanos e até ateus fazem parte do projeto.
Joel 2:25 tem ligação a este trecho bíblico: “Vou compensá-los pelos anos de colheitas que os gafanhotos destruíram: o gafanhoto peregrino, o gafanhoto devastador, o gafanhoto devorador e o gafanhoto cortador, o meu grande exército que enviei contra vocês”. A escolha dessa passagem foi porque ela remete a uma recompensa de Deus para os anos que foram destruídos com a prática homossexual.
Para proporcionar a restauração na vida dos homens o projeto promove videoconferências semanais e mensais, retiros, pregações, reuniões e outras atividades. Todas visando ensinar o evangelho e propor novas práticas aos integrantes.
Alan Alencar, um dos acolhidos pelo projeto, afirma que o programa trouxe grandes alterações em sua vida. “Joel me mostrou que a homossexualidade ou AMS, tem mudança, isso não por meio de palavras ou promessas de algo mágico ou ‘miraculoso’, mas pelo trabalho sério”, explica.

Desde sua adolescência Alencar teve problemas, cujo não sabia como se desvencilhar. “Até os meus 25 anos tinha quedas com masturbação, tomei a decisão de parar e consagrei minha sexualidade a Deus, então aquele vicio de masturbação cessou desde então passei a viver uma vida casta (total abstinência sexual)”, revela.
O integrante conheceu o grupo em 2015 através de um amigo que também tentava lidar com seus impulsos sexuais. Depois disso, ele viveu períodos de restauração e ressaltou que Joel é para quem deseja ser transformado, não apenas para ter uma vida casta, mas também para descobrir sua real vocação.
Somente depois de oito anos de sua libertação que teve coragem de revelar seu passado, a fim de ajudar outras pessoas. Antes, o medo de se expor era maior do que a vontade de testemunhar. Mas hoje, Alencar conta como alcançou a restauração: “Cheguei para Deus e falei que não queria mais aquela vida de solidão e que esperava um milagre”.
O participante relembra como foi o início no programa Joel: “Eu não sabia de nada sobre as coisas que falam aqui como: Terapia Reparativa, Ministério de apoio para pessoas que querem curar sua identidade sexual ferida, até sobre a tal ‘síndrome de Estocolmo’ só fui descobrir quando entrei no Joel, dentre tantas outras coisas”.
Mesmo não entendendo como essas atividades iriam impactar em sua vida, ele ás praticou e hoje pode ver um resultado positivo. “Descobri que tudo é um trabalho de desconstrução de mentiras internalizadas por meio de experiências traumáticas e por uma retomada da minha identidade real a partir da auto aceitação e busca por mudança, uma caminhada que envolve ciência e minha fé”, conta.
Após o ministério ter ajudado a realinhar sua trajetória, Alan decidiu auxiliar outras pessoas que procuram por apoio. No Brasil, as reuniões acontecem apenas com homens com mais de 19 anos e os interessados devem entrar em contato pelos e-mails: alan@joel225.org ou portugues@joel225.org.

A Comipe Jardim de Angicos - RN neste Sábado 27/01/2017 deu início aos cultos na comunidade rural Milhã

     

      A Igreja Comunidade Missão Pentecostal - Comipe Jardim de Angicos - RN que está com apenas 4 meses nessa cidade sobre a liderança do Pastor Ed Carlos da Cunha, neste sábado 27/01/2018 deu início aos cultos em mais uma comunidade rural desta feita na Milhã que fica a uns 8km da sede e aproveitou-se esse dia e agradecemos  pela vidas da Pequena Júlia e de sua avó Dourinha Varela que completaram mais um ano de vida este mês de Janeiro. Que o Senhor único e poderoso abençoe esta comunidade.


quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

A Comipe Jardim de Angicos - RN nesta quarta-feira 24/01/2017 deu início aos cultos na comunidade rural José de Araújo

                 
A Comipe Jardim de Angicos - RN que está com apenas 4 meses nesssa cidade sobre a liderança do Pastor Ed Carlos da Cunha nesta quarta-feira 24/01/2017 deu início aos cultos na comunidade rural José de Araújo fque ica a uns 6km de barro da sede e Deus derramou do teu Espírito de forma grande.🙌🏽🙌🏽👏🏽👏🏽👏🏽 Obrigadão a Cleide, Walter, Janny Clecia Brito e família por nos ceder esse espaço para anunciarmos o evangelho de Cristo que salva,cura e liberta.

Dia 31/01 Israel verá uma “super lua de sangue”, mas o que isso significa?



As “luas de sangue” foram assunto entre 2014-2015, quando uma série de teólogos apontavam para o fenômeno astronômico como um “sinal do fim”. Pastores como Mark Biltz lembraram que em diversos momentos importantes da história de Israel, essa lua vermelha surgiu nos céus sobre o país.
A previsão de uma Superlua de sangue para o dia 31 de janeiro voltou a chamar atenção para isso, em especial devido ao reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel por parte dos EUA, resultando em ameaças de vários países islâmicos.
Embora tenha recebido críticas por que nenhum grande evento mundial ocorreu após as luas de sangue três anos atrás, Biltz lembra que nunca afirmou que as consequências eram imediatas, mas que os sinais nos céus são amplamente mencionados na Bíblia.

Para ele, o evento deste mês tem a ver com o anúncio de um período de guerra para Israel e grande turbulência na Terra. Ao invés de apenas olhar para o céu, pede o pastor, as pessoas deviam olhar mais para suas Bíblias.
“Muita gente negligencia a importância real deste evento”, disse Biltz à WND. “A superlua de sangue do dia 31 de janeiro ocorre justamente no décimo quinto dia do mês de Shevat. Esse é o dia do Tu B’Shevat, ou o Ano Novo das Árvores, que marcava a primeira colheita do ano”. O estudioso lembra ainda que os próximos eclipses da lua deverão ocorrer em 27 de julho, que é Tu B’Av, e em 21 de janeiro de 2019, coincidindo novamente com o Tu B’Shevat”.

Embora Biltz reafirme que não está prevendo que algo grande acontecerá em 31 de janeiro, as datas específicas em que elas ocorrem deveriam ser interpretadas como uma mensagem importante vinda de Deus. O fenômeno será visível não somente sobre Israel, mas também em grande parte do mundo.
“Estas são datas bíblicas significativas, pois teremos duas luas de sangue em 2018 e 2019, no Tu B’Shevat”, disse ele. “Isto é fascinante profeticamente pois no Livro de Zacarias [1:7-8] a revelação sobre o cavalo vermelho que tira a paz da Terra ocorreu no mês Shevat”.
O estudioso diz também que o versículo 12 mostra o diálogo do anjo do Senhor com o profeta e a resposta é que Deus esteve irado contra Jerusalém e as cidades de Judá por 70 anos. Logo, haveria um padrão bíblico apontando para “A visão dos cavalos, que também são mencionados em Apocalipse, no final de um período de 70 anos. Ora, Israel [moderno] está comemorando o seu 70º aniversário em breve”.
“O que estou sugerindo é que, embora nada aconteça no mesmo dia da aparição das luas de sangue, ocorrerá uma guerra entre essas duas datas, que ocorrem em Tu B’Shevat, com um ano de diferença. Mais do que nunca é importante que os cristãos compreendam o calendário de Deus, o calendário bíblico, e aprendam a interpretar os sinais dos tempos. O que está acontecendo no céu e quando isso está acontecendo mostram uma correlação entre a “superlua de sangue” e eventos históricos no Oriente Médio, pois alinham-se com datas específicas mencionadas nas Escrituras”.

Entenda o fenômeno

Um eclipse lunar ocorre quando Sol, a Terra e a Lua estão em perfeito alinhamento, e nosso planeta fica no centro. Ou seja, a Lua é ocultada pela Terra e os raios solares não chegam até o satélite. Essa “sombra” do planeta é projetada na Lua, gerando uma cor avermelhada. Ela ocorre devido à proximidade da Lua com a atmosfera terrestre, quando os raios solares de baixa frequência, como o vermelho, são refletidas da atmosfera terrestre para o nosso satélite natural.
Além disso, a superlua é o fenômeno em que a Lua atinge seu ponto máximo de aproximação da Terra, parecendo até 30% maior. A lua no dia 31 terá ainda outra característica, o que se chama de “lua azul”. Esse não é um evento astronômico, pois a Lua não fica de fato azul. O nome tem a ver com a raridade no aparecimento.
No calendário lunar, usado pelos judeus, o ciclo lunar dura 29,5 dias. Já no calendário gregoriano Ocidental, tem de 30 a 31 dias. Por causa dessa diferença, podemos ter duas luas cheias no mesmo mês. Pela tradição, a segunda Lua cheia de um mesmo mês é chamada de Lua Azul. Em 31 de janeiro será a primeira vez em 150 anos que o planeta testemunhará uma Superlua, Azul e de Sangue, tudo ao mesmo tempo.

terça-feira, 23 de janeiro de 2018

Trump manifesta-se contra o aborto: “Toda criança é um presente preciso de Deus”


Donald Trump completa um ano na presidência  dos Estados Unidos esta semana. Embora a mídia enfoque apenas nas declarações consideradas “impróprias”, ele fez um discurso histórico nesta sábado (19).
A Marcha ocorre anualmente em Washington. Ontem, enquanto os ativistas pró-vida participavam da 45ª edição do evento, a poucas quadras da Casa Branca, o republicano enviou um recado a eles, onde lembrou que um de seus atos mais recentes foi modificar a lei para garantir a liberdade religiosa e de consciência aos trabalhadores de serviços de saúde do país. Na contramão do que propunha Obama, médicos e enfermeiros cristãos que se opõem ao aborto, por exemplo, podem alegar isso para não participar da interrupção de gravidez, que ainda é legal nos EUA.
É a primeira vez que um presidente em exercício fala da Casa Branca com os participantes da Marcha pela Vida, o maior movimento anti-aborto dos EUA. Trump deu declarações fortes, lamentando que os Estados Unidos estejam entre os  países  que ainda permitem abortos voluntários depois de 20 semanas de gravidez.

“Toda criança é um presente precioso de Deus… Estamos querendo proteger a santidade da vida e da família, que é a base de nossa sociedade”, disse o presidente, que foi muito aplaudido pelos participantes. Também disse que pretende lutar contra as leis que legalizaram o aborto no país, embora reconheça que isso é difícil.
A postura de Trump, que mantém o discurso conservador de sua campanha, sempre tem grade repercussão entre os evangélicos, apontados pelos especialistas como a maior base de apoio do presidente. Devido aos cortes nos repasses de dinheiro público às clínicas de aborto, ele recebeu o prêmio de “Personalidade Pró-Vida de 2017“.

Quem também fez um breve discurso foi o vice Mike Pence. Abrindo o pronunciamento de Trump, ele citou indiretamente o texto de Jeremias 1:5 e garantiu: “O amor salva vidas… Suas orações estão salvando vidas. Os que são pró-vida nunca devem duvidar que nós estamos com vocês. Eu e o presidente estamos do seu lado. Aquele que disse ‘antes que formá-lo no ventre, eu o conheci’ também está ao seu lado”. Com informações de CBN

Cartazes com a frase “Deus, pátria e família” se multiplicam em apoio a Jair Bolsonaro


O pré-candidato à presidência da República Jair Messias Bolsonaro (PSL-RJ) vem sendo tema de inúmeras manchetes na imprensa, em sua maioria retratando-o como um símbolo extremista, enquanto que nas redes sociais uma multidão de seguidores conservadores o defende e desqualifica as acusações.
Essa polarização entre apoiadores de Bolsonaro e opositores, incluindo setores da grande mídia, vem se intensificando a ponto de gerar manifestações contundentes. Em Pomerode (SC), um outdoor de apoio ao deputado federal com o lema “Deus, Pátria e Família” virou notícia no jornal O Globo.

Outdoors como esse aí de cima, com três palavras que contém o cerne de qualquer campanha conservadora, estão espalhados por Santa Catarina, confirmando que a campanha já está nas ruas”, informou o jornalista Lauro Jardim.
Essa é a dinâmica que se repete nas redes sociais, com divulgação de vídeos em que o deputado federal é ovacionado por onde passa. Já na mídia, o espaço é sempre para a avaliação que Bolsonaro recebe dos potenciais adversários durante as eleições presidenciais.

Um exemplo é a mobilização do presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), que usou seu primeiro artigo de 2018 no jornal O Estado de S. Paulo para sugerir uma aliança entre os políticos de centro a fim de impedir que Jair Bolsonaro, ou seu extremo oposto, Lula (PT), sejam eleitos em outubro.

“Nas pesquisas brasileiras de opinião, pelo menos até agora, sem o quadro eleitoral formado, despontam um capitão irado de cujas propostas pouco se sabe e um líder populista sobre o qual pesam acusações (e mesmo condenações) que destroem o sonho que outrora representou”, comentou o ex-presidente.

Para além da opinião em escrita rebuscada de FHC, está a reportagem do jornal Folha de S. Paulo, que juntou o patrimônio somado de cinco pessoas para sugerir que Bolsonaro possa ter se beneficiado da função pública para acumular um enriquecimento ilícito.
Logo que a reportagem da Folha veio à tona, veículos diversos se puseram a repercutir a polêmica: “O mito que ele criou para si de ser o único político honesto pode começar a ruir”, disse um importante marqueteiro, sob condição de anonimato, ao jornalista Mauricio Lima, da coluna Radar Online, no site da revista Veja.
“Uma fatia grande do eleitorado o segue justamente por, supostamente, não ter os mesmos problemas da classe. Ao se beneficiar do cargo para obter vantagens pessoais, ele perde totalmente esse caráter”, acrescentou o misterioso marqueteiro, sem esperar a reação do público que segue Bolsonaro a respeito das acusações para uma análise mais robusta.
Manifestação espontânea de apoio a Jair Bolsonaro

Contraponto

A jornalista Joice Hasselmann, apresentadora do programa Os Pingos nos Is, da rádio Jovem Pan, comentou as acusações contra Jair Bolsonaro, dizendo que a matéria do jornal tem indícios de parcialidade.
“Dois pontos de vista devem ser levados em conta. Parte da imprensa caiu de pancada em cima do Bolsonaro, defendendo o direito da Folha em fazer a reportagem. A imprensa tem o direito de fazer isso, e ponto. […] Desde que elas [informações] sejam verdadeiras. Agora, a Folha de S. Paulo vive aprontando, especialmente com quem não está no cardápio dela. Não é a primeira vez”, asseverou.
“A primeira malandragem é juntar o patrimônio de quatro pessoas para dar volume. Eu vi as fotos das residências. Não tem nenhuma mansão. São casas simples. Uma é um pouquinho mais ajeitada. O Bolsonaro é parlamentar há 30 anos. Nós sabemos que parlamentar tem um salário ‘muito bom, obrigado’. Nós inclusive criticamos aqui os valores de salário e mordomias. Em 30 anos, pelo que eu vi e pelo tempo que ele tem de parlamentar eleito, deve ter juntado algum patrimônio. Não é possível”, comentou.
Assine o Canal
Nesse mesmo contexto analítico, no começo da semana o pastor Silas Malafaia publicou um vídeo classificando como “vergonhosa” a reportagem da Folha sobre Bolsonaro. “Eu sou a favor de uma imprensa livre, mas não uma imprensa parcial”, disse.
“Bolsonaro é político há quase 30 anos ininterruptos. Quer dizer que ele não pode ter patrimônio? O próprio [Rodrigo] Janot, ex-procurador-geral da República, fizeram essa acusação contra o cara [Bolsonaro], ele mandou arquivar, não tem prova nenhuma”, acrescentou.
“Desse jeito a imprensa brasileira, que está com medo de Bolsonaro, vai acabar elegendo ele no primeiro turno”, apostou, fazendo referência ao fenômeno Donald Trump nos Estados Unidos, que foi atacado de forma enfática pela grande mídia e conquistou o posto de presidente na eleição em 2016, contra a ex-primeira-dama Hillary Clinton.

Feliciano

Outro defensor de Bolsonaro é o pastor Marco Feliciano (PSC-SP), que também gravou um vídeo para comentar as acusações contra o colega de parlamento. “[A Folha] informa como se tivesse descoberto uma falcatrua que não existiu”, afirmou.
“São tantos absurdos que esse tabloide a serviço das esquerdas que o financiaram – livrando-o dia-a-dia da sua bancarrota com comunistas e esquerdopatas – que atira contra todas as direções, até atingir alguém que os ameaça nas próximas eleições”, teorizou o pastor.
“Veremos a derrocada dessa imprensa marrom a serviço de um globalismo ateísta”, disse Feliciano, apostando que o apoio popular espontâneo flagrado nas ruas de uma cidade interiorana de Santa Catarina é apenas uma amostra do que será verificado nas urnas em dois turnos a partir de outubro.

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Uma Bênção o Culto Rosa na Comipe Jardim de Angicos Neste domingo 29/10/2017

Pastor Ed Carlos e Esposa Midian entregando Brinde no Culto Rosa na Comipe Jardim de Angicos











Foi um bênção o Culto Rosa na Comipe Jardim de Angicos presidida pelo Pastor Ed Carlos, onde Tivemos uma palestra com a Enfermeira Janielle Critina, muito louvor a palavra de Deus uma oração especial por todos presentes.

 Ainda tivemos entrega de lembranças e sorteio de vários brindes foi uma noite de confraterninazação, mas também do mover de Deus onde vidas eram impactadas pela graça e amor de Deus.

O bom cheiro de Cristo a Rosa de Saron pôde ser sentido ontem. Muito obrigado aos amigos que nos ajudaram e foi prazer a presença de cada amigo e amiga nessa noite.
Vereador Rafael Oliveira entregando brinde.



Enfermeira Janielle Cristina palestrando na Comipe Jardim de Angicos


CRUZADA EVANGELÍSTICA DE NICK VUJICIC RESULTA EM MAIS DE 400 MIL CONVERSÕES AO EVANGELHO


Evangelista sem braços e pernas afirma que resultado foi o maior de seu ministério

O evangelista Nick Vujicic, que nasceu sem braços nem pernas, disse que sua equipe testemunhou cerca de 400 mil pessoas se arrependendo publicamente de seus pecados e decidindo seguir Jesus Cristo em um evento recente na Ucrânia.

Essa foi a maior resposta que seu ministério já viu. “O maior evento que a equipe da Life Without Limbs já viu e talvez o maior evento da Europa: foram 800 mil pessoas nas ruas de Kiev, Ucrânia! Obrigado, Deus”, escreveu Vujicic no Facebook na terça-feira.

“400.000 se arrependeram de seus pecados e começaram sua jornada espiritual com Jesus – Agora comemoramos o testemunho de 1 milhão de decisões de pessoas que irão caminhar e confiar em Deus em tudo”, acrescentou.

Vujicic é famoso por seu testemunho de vida. Ele nasceu com uma grave deformidade, mas já fez centenas de palestras ao redor do mundo convidando pessoas para seguirem a Cristo. Ele esteve na Ucrânia em setembro, onde fez cruzadas durante vários dias.Também fez uma parada na Rússia durante sua mais recente viagem.

“Infelizmente, não consegui encontrar o presidente nesta viagem, mas continuamos a plantar sementes de amor e esperança em todo este país até algumas portas sejam abertas para compartilharmos o evangelho- obrigado pelo seu apoio”, escreveu ele.

Os evangélicos ucranianos vêm realizando vários grandes eventos na Ucrânia. Mês passado, mais de 500 mil deles chegaram às ruas de Kiev para celebrar o 500º aniversário da Reforma Protestante.


Sergey Rakhuba, da Missão Eurasia, disse que a Igreja ucraniana vem enfrentando grandes desafios por cauda do conflito armado entre a Rússia e a Ucrânia. 

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Dezenas de Crianças participam de Festa na Comipe Jardim de Angicos comemorando o seu dia.

Foi Linda a Festa das Crianças com Jesus na Comipe Jardim de Angicos  que tem na Liderança o Pastor Ed Carlos neste dia 12/10/2017 no sertão do Rio Grande do Norte. Muita animação, fantoches, lancheiras, lanche, pula pula e muito louvor claro as crianças aprenderam e louvaram a Jesus.
 Muito obrigado todos amigos(as) presentes. Deus abençoe a cada um dos que nos ajudaram a levar a paz de Cristo e muitos sorrisos a criançada. 





Viçosa, aprova projeto de lei que institui o dia do Evangélico

 O Plenário Manoel Forte Sobrinho, aprovou o projeto de Lei de Nº 004/2017 do vereador Raimundo Lopes. Este projeto trata da criação e instituição do dia do Evangélico no município de Viçosa,cidade do alto oeste do estado do Rio Grande do Norte. Na ocasião estiveram presentes os representantes de diversas igrejas evangélicas que têm representação no município.O projeto foi aprovado por unanimidade, a casa concordou e viu o quão é grande e importante este dia para todos os evangélicos.


O projeto institui que no dia 26 de dezembro, no município de Viçosa, seja comemorado o dia do Evangélico. Os representantes das igrejas explanaram um pouco sobre suas ideias para com este dia, e enfatizaram que a cidade já está em festa nesta data, pois coincide com o período festivo alusivo à Emancipação política do município e consequentemente as comemorações referentes ao dia do evangélico irão contribuir para que s festa seja maior e mais bonita, dando direitos iguais para que católicos e evangélicos contribuam com o engrandecimento do evento .


As comemorações alusivas a emancipação política de Viçosa acontecem em dezembro, com a realização da Jornada Cultural e Esportiva e com festa dançante. Com a aprovação deste projeto, poderá haver mais um grande evento neste mesmo período,que se somará aos demais, e claro, abençoará mais e mais a nossa querida cidade.

Fonte: http://www.cleitonalbino.com

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Artista nu destrói imagem católica em “performance”

Antonio Obá diz que no ato “há uma crítica, há também uma exaltação. É uma celebração antagônica, um ritual”.

O artista visual Antonio Obá, 33 anos, é professor de artes em Taguatinga, no Distrito Federal. Ele é um dos finalistas do prêmio Pipa, cobiçado prêmio de arte visual contemporânea. Se vencer, receberá R$ 130 mil e uma residência artística na Residency Unlimited, em Nova York.
Também irá participar juntamente com os outros três finalistas de uma exposição no MAM-Rio no final do mês, onde o público escolherá o seu preferido, que levará R$ 24 mil.
Obá diz que faz "pesquisa" com temas como o sincretismo religioso, a miscigenação, as raízes afro-brasileiras e o erotismo. Contudo, sua performance mais conhecida – Atos da Transfiguração: Desaparição ou Receita para Fazer um Santo – é simplesmente a destruição de uma imagem sacra.
Nu, o artista passar em um grande ralador uma imagem de gesso de Nossa Senhora Aparecida, reduzindo a santa católica a um pó branco com o qual cobre seu corpo. Segundo ele, isso produz "novos significados, que criticam o racismo velado da sociedade brasileira e remetem às tradições das religiões de matriz africana".
Ele realiza a tal performance desde 2015. Em entrevista ao site UOL, ele explica que escolheu a santa por que ela é "supostamente negra. Digo isso, porque vem de uma tradição histórico-religiosa que nada tem a ver com a religiosidade africana".
Usando conceitos religiosos da África, Obá diz que cobrir o corpo com pó branco é um ato que "diviniza o corpo" e, ao mesmo tempo, "faz referência ao rito de fazer a cabeça, fazer o santo, no Candomblé.  Ou seja, ao mesmo tempo em que há uma crítica, há também uma exaltação. É uma celebração antagônica, um ritual".
Até o momento, Antonio Obá não foi alvo de críticas formais de movimentos católicos, nem de políticos. Ao contrário, por exemplo, do apóstolo Agenor Duque, que gravou um vídeo comparando a imagem de Nossa Senhora de Aparecida com uma garrafa de Coca-Cola.
Acabou sendo atacado por padres e milhares de católicos enfurecidos nas redes sociais e ameaçado de processo por "vilipêndio de objeto de culto religioso", artigo 208 do Código Penal Brasileiro.
Ao que parece, a indignação seletiva dos movimentos de esquerda também se aplica em grande extensão a questões religiosas no país.

Fonte: Gospel Prime

MEU COMENTÁRIO:
Na tentativa de explicação do artista, entre a "crítica" e a "exaltação", há uma confusão que, a meu ver nada explica e ainda causa e deixa mais polêmica.

Se fosse o caso de uma peça teatral contestadora contra a idolatria às imagens de escultura, ainda assim haveria outras maneiras com textos bíblicos apropriados, com uma discussão no campo da interpretação do texto sagrado, sem agravos com ares de provocação e ou intolerância religiosa.

Não sou católico e, na condição de cristão evangélico, sou contra a idolatria à imagens de escultura, no entanto, independente de qual seja a religião, essa é uma atitude criminosa:

"Art. 208 - Escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso: Pena - detenção, de um mês a um ano, ou multa."

Simplesmente lamentável...
Assista (cenas explicitas):

Decisão do STF provou que o cristianismo é mais forte do que pensávamos!

Tal decisão choca a modernidade como um todo.

Não se tem dúvida que a base da moral e da religião em todo o mundo ocidental é o cristianismo. Mais ainda, o cristianismo tem provado aos quatro cantos do planeta que seu fundamento baseado na convivência harmoniosa, plural, conciliatória, entre outros atributos ou predicados, tem servido para uma cultura ocidental que se alastra já desde tempos.

Seja como for, o cristianismo fundamenta tanto a religião quanto a cultura do ocidente. Posso até afirmar, sem medo do politicamente correto e da repressão, que o cristianismo é a base superior de uma convivência pacífica entre os indivíduos. É, de fato, uma cultura superior. Não ouso dizer que é uma cultura superior.

Isso foi discutido num processo que correu no Supremo Tribunal Federal. Os ministros decidiram que o ensino religioso brasileiro, em escolas públicas, pode ser dedicado para além do conhecimento. Podem ser ministradas aulas de confissão religiosa. A matrícula continua sendo facultativa. Isso porque a Constituição Federal assim o determina. Em conclusão, o que o Supremo Tribunal Federal decidiu foi manter o que a Constituição Federal já traz escrito em seu texto.
Tal decisão choca a modernidade como um todo. Choca aqueles que lutam contra o preconceito religioso. Choca também o politicamente correto, ou seja, aqueles que se dizem neutros. Dizem-se sem opiniões formadas, os que, para não se sentirem prejudicados ou por receio de olhares de desconfiança do alheio, mostram-se em cima do muro.
Por questão de lógica que todos querem uma sociedade sem preconceitos, não é mesmo? É o desejo de todo ser humano que as pessoas sejam tratadas de forma isonômica, sem discriminações. Por isso que a modernidade vê que tal decisão é discriminatória, por entender que ela privilegiou o cristianismo. Dizem que o cristianismo é a religião de costume do ensino brasileiro, não havendo lugar para outras nas escolas públicas e também na cultura.
Por mais que isso possa parecer um pouco verdadeiro, não é bem assim que as coisas acontecem e existem razões mais, digamos, profundas do que esse arremedo sociológico de conclusão apressada de quem está quase perdendo o bonde de volta para casa, depois de um dia de trabalho entediado (pois, creio, é assim que a modernidade vê a vida passar, sem razão aparente para uma existência mais séria do que o material).
Ora, o que o Supremo Tribunal Federal decidiu, e com base na Constituição Federal, valendo repetir, é que o ensino de religião de forma confessional, além de facultativo, não é direcionado para qualquer religião especificamente.

Então, um primeiro ponto, é que não é só cristianismo que pode ser ministrado. Outras religiões também. Ponto para o pluralismo, ao contrário do que ainda relutam em admitir os que foram avessos à decisão do tribunal. Um segundo ponto, e aqui é o mais importante, é que tal decisão se afigura mais uma defesa do cristianismo do que um ataque seu. Isso merece ser melhor explicado.
É sabido por todos os quatro cantos do mundo que o cristianismo vem sendo atacado de morte. Querem banir, excluir, eliminar o cristianismo de nossa cultura e da religião; enfim, do próprio pensamento ocidental como um todo. Essa eliminação não é por outro motivo senão para deixar em seu lugar algo pernicioso, nocivo, mortífero mesmo. Deixar em seu lugar algo que já está sendo ministrado em sala de aula, em cursos de faculdade, nas telinhas da Globo, nos jornais impressos, nas mídias sociais. Enfim, na mídia em geral. A cultura que está sendo impregnada, inclusive em nossas crianças, é do tipo libertina. Querem fazer do ser humano um mero objeto antinatural de viver, sem freios morais, sem responsabilidades, do tipo hedonista, desprezando a Lei do Certo e do Errado, nossa lei da natureza humana.
Buscando na filosofia moral de tempos passados, o cristianismo foi um dos precursores de nossa lei moral. Ocorre que pensadores que vieram tanto antes quanto depois de Cristo começaram a manipular a mente humana em favor do ceticismo, para não acreditarmos em mais nada, nem no ar que respiramos, nem na própria vida que temos.

O pai do ceticismo foi Pirro, filósofo máximo do descrédito. Nietzsche chegou a proclamar a morte de Deus, para sua tentativa de cultura para além do bem e do mal. Enfim, outros seguiram nessa caminhada diabólica, que culminou hoje com o que temos de mais covarde e hediondo (lembrando a exposição Queermuseu, do Banco Santander, apenas para ilustrar). O que se pretende hoje é eliminar o cristianismo como nosso freio moral e a figura de Jesus como modelo de homem a ser seguido.
Se não fosse permitida a continuação do ensino confessional em escolas públicas, como vem ocorrendo na realidade brasileira, seria o mesmo que autorizar a diluição do cristianismo em vários segmentos pseudo-religiosos ou culturais que mais se assemelham ao anticristo. Por isso que sempre digo que a diversidade religiosa não é problema. O problema é a diversidade com a exclusão do cristianismo. Um imaginário totalitário nunca olha para o outro, sempre enxergando somente a si mesmo e à sua própria realidade.


Por Sérgio Renato de Mello

Defensor Público do Estado de Santa Catarina.

ESSA GENTE INCÔMODA - Preconceito da Revista Veja e o comentário de Asaph Borba

 
Por J.R. Guzzo - VEJA 4/10/2017

Quem é contra a liberdade de religião no Brasil? Mais gente do que você pensa, com toda a certeza, embora quase ninguém vá dizer isso em público, é claro — provavelmente não dirá nem mesmo no anonimato de uma pesquisa de opinião. Mas é preciso ser realmente muito bobo, ou muito hipócrita, para achar que está tudo em ordem com a liberdade religiosa no Brasil quando as nossas classes mais altas, que também se consideram as mais civilizadas, sentem tanto desprezo, irritação e antipatia pela religião que mais cresce no país.

Trata-se da "fé evangélica", como se chama, para simplificar, a vasta constelação de igrejas, seitas e cultos de origem protestante que nas estatísticas já reúnem um terço da população brasileira — e na vida real podem estar além disso.

Esse povo, em grande parte do "tipo moreno", ou "brasileiro", vem sendo visto com horror crescente pela gente bem do Brasil. Sabe-se quem são: os mais ricos, mais instruídos, mais viajados, mais capacitados a discutir política, cultura e temas nacionais. São geralmente descritos como esclarecidos, liberais, intelectuais, modernos, politizados, sofisticados e portadores de diversas outras virtudes. Toda a esquerda nacional, por definição, está aí dentro. Também estão todos os que são de direita ou de centro — desde que não se misturem com o povo brasileiro.
Nada é tão fácil de perceber quanto um preconceito que se pretende bem disfarçado. Os meios de comunicação, por exemplo, raramente conseguem escrever ou dizer a palavra “evangélico” sem colocar por perto alguma coisa que signifique “ameaça”, “medo” ou “perigo”. Fala-­se de maneira quase sempre alarmante da “bancada evangélica” na Câmara dos Deputados — como se os parlamentares ligados às igrejas formassem um corpo estranho, infiltrados ali por alguma conspiração não explicada. São tratados como uma coisa só — e ruim. Fala-se do “risco” de aumento da bancada evangélica nas próximas eleições. Há um escândalo permanente no Brasil de “primeiro mundo” diante de suas posições em matéria de família, sexo, crime, polícia, drogas, educação, moral, propriedade privada e mais umas trezentas outras coisas. Os evangélicos são vistos ali como retrógrados, reacionários, repressores, fascistas e inimigos da democracia. Já foram condenados como machistas, homofóbicos e fanáticos. Defendem a “cura gay”. São a “extrema direita”. Estão definitivamente fora do “campo progressista”.
Naturalmente, argumenta-se que essa condenação universal não tem nada a ver com religião; se os evangélicos pensassem o contrário do que pensam em cada uma das questões aqui citadas, por exemplo, não haveria nenhuma objeção e a população estaria liberada pelas classes intelectuais para rezar nas Assembleias de Deus, na Catedral da Bênção ou nas Igrejas do Evangelho Quadrangular. Ou seja: o problema dos evangélicos está nas suas convicções como cidadãos. No fundo, é a mesma história de sempre. O que atrapalha o Brasil, na visão das pessoas que se consideram capacitadas a pensar, são os brasileiros. O povo brasileiro, de fato, é muitas vezes inconveniente — principalmente quando vota. Os intelectuais, preocupados, lamentam o crescimento da bancada evangélica — mas raramente se lembram de que ela só cresce porque cresce o número de eleitores evangélicos. Pode ser uma pena, mas toda essa massa de gente que vai ao templo é formada por brasileiros que têm direito de votar, votam em quem quiserem, e o seu voto, infelizmente para a sensibilidade da elite, vale tanto quanto o voto dos pais que colocam seus filhos no Colégio Santa Cruz.
Há muita indignação, também, com a escroqueria aberta, comprovada e impune que é praticada há anos em tantos cultos evangélicos espalhados pelo Brasil afora. É um problema real. Pastores, bispos e outros peixes graúdos tomam dinheiro dos fiéis, sob a forma de donativos, em troca de ofertas a que obviamente não podem atender: desaparecimento de dívidas, expulsão de demônios, cura de doenças, enriquecimento rápido, eliminação do alcoolismo, dependência de drogas e outros vícios — enfim, qualquer milagre que possa ser negociado. Diversas igrejas se transformaram em organizações milionárias, e muitos dos seus líderes são charlatães notórios — alguns deles, aliás, já chegaram a ser presos por delitos variados em viagens ao exterior. Estão acima do Código Penal e da Lei das Contravenções em matéria de fraude, trapaça e quaisquer outras formas de estelionato que seus advogados consigam descrever como atividade religiosa; não podem ser investigados ou processados por enganar o público, pois são protegidos pela liberdade de culto. São o joio no meio do trigo, e há tanto joio nas igrejas evangélicas que fica difícil, muitas vezes, achar o trigo.
Ninguém realmente sabe o que fazer de prático a respeito disso. É possível separar religião de vigarice? Possível, é — pensando bem, é perfeitamente possível. O impossível é escrever leis que resolvam o problema de maneira eficaz, racional e coerente com a democracia. Não se conhece nenhum regulamento capaz de distinguir donativos bons de donativos ruins — pois o foco da infecção está aí, no tráfego de dinheiro do bolso dos fiéis para o caixa das igrejas. Como proibir alguns e permitir outros, sem abrir uma discussão que vai durar até o dia do Juízo Final? Ao mesmo tempo, sabe-se quanto é inútil baixar decretos que obriguem as pessoas a ser espertas, da mesma forma que não dá para obrigá-las a ser felizes. O que fazer se o cidadão acredita que vai ficar rico, ou obter algum prodígio parecido, pagando o seu dízimo ao pastor? Os postes das cidades brasileiras também estão cobertos de cartazes com promessas de benefícios do tarô, dos búzios, da “amarração” garantida — isso para não falar da cura da calvície, do emagrecimento em sete dias e da eliminação de multas de trânsito. Na melhor das hipóteses, é propaganda 100% enganosa, mas fica assim mesmo — e talvez seja bom que fique, pois imagine-se o que acabaria saindo se nossos poderes públicos tentassem se meter nisso.
É um desapontamento, sem dúvida — e as cabeças corretas deste país ficam impacientes com a frustração de ver os cultos evangélicos crescendo, enquanto em Nova York e no resto do mundo bem-sucedido as pessoas vão a concertos de orquestras sinfônicas e não admitem a circulação de preconceitos. Não podem exigir que os evangélicos sejam proibidos de existir; secretamente, bem que gostariam que eles sumissem por conta própria, mas essa não é opção disponível na vida real. Fazer o quê? Propor, por exemplo, uma comissão de filósofos da OAB, CNBB e organizações de direitos humanos, nomeada pela Mesa do Senado Federal, para separar as religiões legítimas das ilegítimas? É duro, mas o fato é que, num momento em que apoiar a diversidade passou a ser a maior virtude que um cidadão pode ter, fica complicado sustentar que no caso dos evangélicos a diversidade não se aplica. Não há outro jeito. Se você defende a “arte incômoda”, digamos, tem de estar preparado para conviver com a “religião incômoda”. Em todo caso, para quem não gosta dessas realidades, é bom saber que os evangélicos, muito provavelmente, são um problema sem solução.
Fonte: http://veja.abril.com.br/revista-veja/essa-gente-incomoda/amp/
Via http://www.daladierlima.com/
Comentário de Asaph Borba: Essa Gente Incômoda? – Asaph Borba
Hoje li o artigo “Essa Gente Incômoda” de J. R. Guzzo na revista VEJA (4/10/2017) que expõe sua preocupação crítica acerca do crescimento dos evangélicos no Brasil.
Em primeiro lugar, como evangélico e jornalista, quero dizer que o artigo é muito mal escrito, pois é confuso em sua abordagem e, comete erros banais, como se referir ao público em questão com termos discriminatórios de raça e cor e ainda com uma conotação pejorativa. Esse povo em grande parte do “tipo moreno” ou “brasileiro” vem sendo visto com horror crescente pela gente (de) bem do Brasil, afirma Guzzo que no decorrer de sua análise ainda acrescenta outros adjetivos como “religião incômoda” e “problema sem solução,” conclui.
Em segundo lugar o articulista não deixa claro quais são as pessoas de bem a quem os evangélicos tanto perturbam. Fico então a imaginar, quem são estes baluartes da honestidade e intelectualidade que estão perturbados pelo aumento da fé evangélica? Quem são os políticos preocupados com o aumento da bancada evangélica? Essa gente “de bem”, por certo, são a elite que cuida e direciona a educação e a cultura brasileira é quer impor goela abaixo da população suas práticas liberais, contrárias à palavra de Deus, e que não são defendidas pelos evangélicos. Ou, talvez, fazem parte da máquina ideológica que governou e saqueou o Brasil, não apenas moralmente mas também economicamente nos últimos anos. Talvez, os expoentes culturais brasileiros citados, que estão tão perturbados com os evangélicos sejam os mesmos que não se importam com uma menina de cinco anos interagindo com um homem nu em uma exposição pública.
Essa elite, que segundo Guzzo, se preocupa com as contribuições feitas às Igrejas, deve ser a mesma gente de bem que se encontra lá no Congresso e Senado Nacional, compactuando em silêncio com os benefícios que a roubalheira lhes traz e que hoje sangra a nação. Desde o mensalão essa elite pensante, possivelmente loira de olhos azuis, já que os morenos estão nas igrejas, faz muito pouco pela nação pois, por certo, tem preocupações maiores: o crescimento dos evangélicos.
O artigo ignora por completo os muitos benefícios que o evangelho traz à sociedade. Principalmente quando se vê que está nas mãos desse segmento o maior número de casas de recuperação de drogados que tem um alto índice de recuperação, (entre os quais eu me incluo), assim como o trabalho intensivo de atendimento aos presidiários que também tem o protagonismo intenso de pastores e líderes. Para não falar em creches, asilos e trabalho beneficente e de atendimento a refugiados, nos quais os evangélicos estão também na vanguarda.
Quanto aos intelectuais citados no artigo que se preocupam com o crescimento da bancada evangélica, eles tem razão por se preocuparem mesmo, pois a bancada evangélica permanece firme em defender a moral, a fé, a família e os valores de honestidade e integridade que estão desaparecendo no Brasil, valores que parecem não serem lavados em conta pelo autor.
Entretanto a miopia do artigo sobre o assunto amplia-se quando declara: São o joio no meio do trigo. 
Há tanto joio nas igrejas evangélicas que fica difícil, muitas vezes achar o trigo. Essa afirmação, por certo, revela o total desconhecimento sobre o que realmente é a fé e quem são os crentes e seus pastores. Como em todo segmento, religioso ou não, existem pessoas com distorções de caráter e atitudes, mas, não se pode afirmar que a maioria das pessoas e líderes das igrejas, que hoje representam quase um terço da população nacional, são joio. Alem de um julgamento irresponsável, o escritor ignora os milhares de pastores íntegros e pobres, espalhados por todo o Brasil, que realizam a tarefa diária de pastorear, visitar, aconselhar, proteger, alimentar, vestir, amparar, orar, libertar, apoiar e ensinar milhões de pessoas. Sem falar das escolas evangélicas que por mais de cem anos prestam um serviço de educação pública de qualidade em todo o país.
O que se pode concluir ao analisar esse artigo é que o joio pode ser encontrado também no meio jornalístico!
Fonte: http://www.asaphborba.com.br/

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

A Comipe ( Comunidade Missão Pentecostal) realizou mais uma linda Festa em Jardim de Angicos / RN


A Comipe ( Comunidade Missão Pentecostal) realizou mais uma linda Festa em Jardim de Angicos / RN neste domingo 01/10 com a presença de Deus, marcando seus apenas 28 dias de vida, com o ASgir do Espirito Santo renovando e salvando.

Ainda no termino do evento teve um bolo em homenagem ao PAstor Ed Carlos que foi servido a todos presentes.


Pastor Ed carlos
Muito obrigado Jesus pela noite maravilhosa com sua notória presença na Comipe em Jardim de Angicos em meio aos louvores e vidas impactadas pela sua palavra. Obrigado a todos amigos(as) presentes uma honra tê-los conosco. Obrigado Banda Geração Profética Junior Lima Rozana, Obrigado Zeny Araujo, Maria Silva, Pedro Lucas. Que o Senhor Deus dono da seara os recompense. Comipe Jardim de Angicos 28 dias de vida #VempraComipe.


terça-feira, 5 de setembro de 2017

Felipão diz que parou carreira gospel para não “comercializar a fé”

 
O cantor Felipão explicou os motivos que o fizeram abandonar a carreira na música cristã contemporânea, com a qual atuava desde o ano de 2011. Segundo ele, envolveu vários fatores, incluindo uma discordância do comércio envolvendo o meio evangélico.
“Não tinha a intenção de ser cantor gospel. Estava cansado daquela correria e quis desistir. Pensava em sair da música e montar um negócio próprio. Foi aí que entrei na igreja, por acaso, e gostei muito do ambiente”, relembrou, em entrevista ao Diário de Pernambuco.
“Quando encerrei a carreira e anunciei na TV, as igrejas começaram a me convidar para dar testemunhos e contar a minha história. Tudo foi acontecendo. Recebi um convite de uma gravadora no Rio de Janeiro, assinamos contrato e a coisa começou a andar”, acrescentou, em relação a Graça Music.
“Só que eu não queria viver aquilo comercialmente. Para mim era muito pesado. Não queria viver aquilo. Para mim era muito pesado. No meu coração não sentia paz nessa comercialização da música e da fé”, confessou.
“A coisa para funcionar tem que ser profissional. Tem que barganhar, negociar e bajular. São práticas normais no meio musical. Mas a minha intenção não era essa. Isso me doía por dentro. Não podia fazer isso com a fé, com o que estava pregando. Esse foi um dos motivos”, justificou.


Ele afirmou que não foi bem aceito na sua decisão. “A maioria das pessoas não aceita o que eu faço. Estou no meio desse processo de adaptação. Voltei a estaca zero em relação ao público forrozeiro. E o público gospel não costuma aceitar esse trabalho. Então parei de me comunicar com eles e realmente vou focar nesse outro mercado”.
“Fui muito criticado na saída do forró. Disseram que eu estava ficando louco. Me mandaram para o psicólogo e psiquiatra. Mas não ficou nenhum arrependimento. No gospel, pude fazer um trabalho muito intenso e dedicado a uma causa. A gente amadurece e nota as mudanças no dia a dia. São questões de visão de vida”, finalizou.

Personagens transgêneros são colocados na TV para mudar opinião pública



Os estúdios de Hollywood e canais de televisão em quase todo o mundo tem dado espaço crescente para o transgenderismo. Filmes, novelas, seriados, programas de entretenimento e até notícias estão mostrando pessoas que mudam de gênero como algo normal.
Contudo, um estudo recente mostra que isso não é por acaso. A intenção é mudar a maneira como o público pensa sobre esse tema. E com sucesso.
Durante décadas o desejo de ter outro corpo, do sexo posto, era visto como um transtorno mental, sendo necessário terapia. O homossexualismo, na Classificação Internacional de Doenças (CID) da Organização Mundial da Saúde, se encaixava na categoria 320 Personalidade Patológica, como um dos termos de inclusão da subcategoria 320.6: “Desvio Sexual”.
Gradualmente foi saindo da categoria “Personalidade Patológica”, passando para a categoria “Desvio e Transtornos Sexuais” (código 302), e só deixou de ser considerado doença em 1990, muito por causa do trabalho de grupos ativistas.
O trangenderismo ainda é classificado como distúrbio, mas em breve pode seguir o mesmo caminho e, por conta da pressão política, deixar de ser visto dessa forma.


Os aspectos culturais da mídia e sua influência sobre a sociedade é ponto pacífico para os estudiosos das ciências humanas. O novo estudo, publicado em agosto por uma revista científica norte-americana, revela como a televisão apresenta transgêneros como algo positivo e normal e como isso muda a maneira dos espectadores verem o tema.
Em resumo, quanto mais as pessoas estão expostas ao transgenderismo na tela, mais possuem uma visão positiva sobre isso.


Seriados x Noticiários

Por exemplo, o seriado Royal Pains, do canal USA, apresenta um adolescente transgênero interpretado pela ativista transexual Nicole Maines. Dos 488 espectadores regulares do programa entrevistados como parte do estudo, 391 deles, ou aproximadamente 80%, dizem que sentiram uma “atitude positiva” em relação às pessoas transgênero e políticas sobre o tema, incluindo a permissão para os alunos usarem qualquer banheiro que achem que corresponde ao seu gênero nas escolas.
Para efeitos de comparação, o enredo de ficção de Royal Pains foi mais eficaz em fazer as pessoas aceitarem o transgenderismo que a transformação da vida real do ex-campeão olímpico Bruce Jenner em “Caitlyn”, que foi retratado em um reality show, de acordo com a pesquisa não afetou a atitude do público de maneira considerável. Tanto é que a audiência foi insuficiente para o canal E! renovar após duas temporadas.
Outras séries de ficção que mostram personagens transgêneros, como Orange is the New Black da Netflix, demonstraram ter efeitos semelhantes sobre os telespectadores, gerando na audiência um sentimento de apoio aos transgêneros.


Quanto mais programas favoráveis ao transgenderismo as pessoas assistem, afirma o estudo, fica mais provável que esses espectadores não associem suas ideologias políticas às atitudes em relação às pessoas trans.
Em outras palavras, o aumento da exposição ao “estilo de vida transgênero” faz com que as pessoas fiquem menos inclinadas a se opor a elas, o que aumenta a aceitação pública de alguém mudar de gênero.
“Embora a visibilidade da mídia de pessoas transgêneros tenha atingido novos níveis nos últimos anos, pouco se sabe sobre os efeitos dessa visibilidade”, explica Traci Gillig, que faz doutorado na Annenberg School for Communication and Journalism da Universidade do Sul da Califórnia. Ela aponta que este é o primeiro estudo do tipo a analisar o tema da programação de mídia e dessa tentativa de engenharia social.
Os resultados desta pesquisa mostram claramente que a caracterização de trangêneros no entretenimento convencional tem uma grande influência sobre as percepções públicas sobre o tema e as políticas públicas relacionadas e eles.


“Assistir a programas de TV com personagens transgêneros pode quebrar os preconceitos ideológicos de uma forma que os programas de notícias não conseguiriam. Isto é especialmente verdade quando as histórias inspiram esperança ou quando os espectadores passam a se relacionar afetivamente com os personagens”, resume Erica Rosenthal, que fez parte da equipe que conduziu a pesquisa. Com informações de Science Daily

Total de visualizações de página