terça-feira, 25 de julho de 2017

Imagem comparando Lula com Jesus causa revolta nas redes sociais


A associação de líderes políticos com personalidade religiosas não é uma novidade no Brasil, especialmente se tratando de petistas que possuem uma veneração quase religiosa às figuras do partido.
Em uma manifestação recente, favorável ao ex-presidente Lula, condenado por lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio em meio às investigações da Lava Jato, surgiu em Recife uma cruz onde o ex-mandatário do país é comparado a Jesus Cristo.
Sindicalistas ergueram na capital pernambucana uma cruz com os dizeres “condenados sem provas”. Abaixo da imagem de Jesus está uma foto de Lula.

  Programa que ensina a Bíblia vira febre na Internet


Essa demonstração de culto à personalidade gerou muitas críticas nas redes sociais. O deputado Sóstenes Cavalcante lembrou que  “os esquerdistas odeiam os valores cristãos, sempre lutam pelo aborto, casamento gay, destruição dos valores de família; mas nessa hora eles usam a cruz para profana-la!”.
Para o deputado, “comparar o maior chefe da quadrilha que saqueou o país a Jesus Cristo, é muita bandidagem; coisa de petista!”.
Muitos cristãos também se mostraram indignados com a comparação, de modo especial por que existem abundâncias de provas sobre os atos ilícitos de Lula.
O próprio Lula já havia feito esse tipo de comparação em discursos. Em 2010, na primeira campanha de Dilma Rousseff, ele se comparou a Cristo. No ano passado, militantes já usaram o artifício de compará-lo a Jesus em manifestações públicas em Recife.

Polêmica: “Suicídio não é um pecado sem perdão”, explica Augustus Nicodemus

 
O reverendo Augustus Nicodemus foi questionado durante um debate sobre a relação entre o suicídio e o cristianismo e a resposta foi que tal pecado não é um pecado sem perdão.

O tema é pouco discutido no segmento cristão e muitas vezes é citado como um ato que gerará condenação eterna, o que Nicodemus discorda.

“Eu acho que todos nós temos que concordar que o suicídio nunca deveria ser a saída. É um dos pecados proibidos no mandamento ‘Não matarás’. Interpretado pela comissão de fé de Westminster, ele diz que esse pecado não só proíbe que a gente tire a vida dos outros, mas que tire a nossa própria. Então, o suicídio é pecado”, declarou.

Porém, para o pastor o suicídio “não é um pecado sem perdão”. “O único pecado sem perdão, que tem na Bíblia é a blasfêmia contra o Espírito Santo. E provavelmente esse pecado não é cometido por alguém que é crente.”

Em sua explicação, o reverendo presbiteriano fala mesmo o suicídio sendo um ato pecaminoso, ele não pode separar a pessoa da graça de Deus. “Não será isso que irá separá-lo da graça de Deus e do perdão que é dado em Cristo Jesus. Se a nossa salvação vai depender de na hora da nossa morte a gente ter colocado em dia todos os nossos pecados, então pouca gente vai escapar, não é? Então, a pessoa que cometeu o suicídio e atentou contra a própria vida, de fato pecou contra o mandamento ‘Não maratás’, mas isso não a impedirá de entrar no gozo da vida eterna porque a salvação é dada

 pela graça de Deus e nada pode nos separar disso”, declarou.

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Pastor ironiza sonho de Zuckerberg em substituir a Igreja: “Estamos unidos com Deus há mais tempo do que usamos o Facebook”

 
Mark Zuckerberg é uma figura controversa, exposta ao mundo no filme A Rede Social, disposto a tomar as medidas necessárias para alcançar os resultados que almeja. Como tudo são meios para um fim, o fundador do Facebook pretende que sua empresa substitua as igrejas como comunidade. Mas, na opinião de um experiente pastor, isso não acontecerá.
O pastor Robert Jeffress, líder da Primeira Igreja Batista de Dallas, Texas (EUA), rebateu as declarações de Zuckerberg dizendo que não há possibilidade que a pretensão do empresário se torne realidade: “Deus criou a igreja e Zuckerberg criou o Facebook. Acredito que Deus e a igreja estão unidos há muito mais tempo que Zuckerberg e o Facebook”.
A resposta de Jeffress foi dada em uma entrevista à emissora Fox News, considerada a mais conservadora dentre as principais redes de televisão dos Estados Unidos. O pastor ponderou que a tecnologia, incluindo as redes sociais, podem até servir como ferramenta para ajudar o trabalho das igrejas, mas jamais, substitui-las.
“Nos últimos 18 meses, tivemos 500 mil pessoas de 192 países participando de nossos cultos pela internet. A tecnologia pode melhorar o ministério da igreja, mas nunca irá substituir a igreja”, sublinhou.
Jeffress ainda chamou atenção para uma possível intenção não declarada do fundador do Facebook: “É perturbador quando você enxerga para onde as coisas estão caminhando e quando você percebe o fato de que 36% dos jovens não têm afiliação com nenhuma igreja. Mark Zuckerberg pode estar aproveitando esse gancho”, avaliou.
A intenção de transformar uma rede social da internet em uma comunidade que substitua grupos reais, com encontros físicos, vai contra a natureza humana, segundo o pastor: “Deus nos criou com a necessidade do toque humano. Precisamos de uma comunidade. É por isso que Deus projetou a família e criou a igreja. Mas essa necessidade de companhia nunca será satisfeita através de seu laptop”.

Ateus são mais intolerantes que cristãos, afirma estudo sobre psicologia

 

Ateus são mais intolerantes que cristãos, afirma estudo sobre psicologia

O surgimento de um ativismo ateu evidenciava o que uma pesquisa recente acaba de comprovar: incrédulos são mais intolerantes do que religiosos.
Pesquisadores da Universidade Católica de Lovaina, na Bélgica, concluíram um estudo recentemente que os permitem afirmar que os crentes que frequentam as igrejas e outros templos religiosos “parecem melhor perceber e integrar perspectivas divergentes”.
Segundo informações do portal The Independent, os pesquisadores concluíram que as pessoas religiosas são mais tolerantes a diferentes pontos de vista do que os ateus. O estudo foi realizado com 788 pessoas no Reino Unido, França e Espanha.
A conclusão é que ateus e agnósticos pensam em si mesmos como mais abertos do que aqueles com fé, mas são realmente menos tolerantes a opiniões e idéias diferentes, disseram os pesquisadores de psicologia da universidade, considera a maior instituição de língua francesa da Bélgica.
Filip Uzarevic, coautor do artigo, disse que sua mensagem era que “a mentalidade fechada não é necessariamente encontrada apenas entre os religiosos”, e acrescentou, em uma entrevista ao Psypost, que no estudo, “a relação entre religião e mentalidade fechada dependia do aspecto específico da mentalidade fechada”.
“Surpreendentemente, quando se tratava de uma inclinação sutilmente medida para integrar visões divergentes e contrárias às próprias perspectivas, eram os religiosos que mostravam mais abertura”, sublinhou.
O artigo de Uzarevic, chamado “Are atheists undogmatic?” (que pode ser traduzido como “ateus não eram livres de dogmas?), provoca a militância ativista dos ateus dizendo que “não ter religião se tornou obrigatório” em alguns países ocidentais.
No estudo, Uzarevic observou cuidadosamente três aspectos da rigidez mental em 445 ateus e agnósticos, 255 cristãos e um grupo de 37 budistas, muçulmanos e judeus, e concluiu que os não crentes tiveram índices menores que as pessoas religiosas no “dogmatismo auto-relatado”, mas eram mais elevados na “intolerância sutilmente medida”.
“A ideia começou por perceber que, no discurso público, apesar dos grupos conservadores/religiosos e dos grupos liberais/seculares mostrarem forte animosidade em relação ao lado ideológico oposto, de alguma forma era principalmente o primeiro que costumava ser rotulado como ‘mente fechada’. Além disso, essa visão do secular sendo mais tolerante e aberta pareceu ser dominante na literatura psicológica”, concluiu
Na conclusão, os pesquisadores afirmam que suas descobertas indicam que a força da crença de uma pessoa no ateísmo ou na religião está diretamente correlacionada com a o tamanho de sua intolerância

terça-feira, 27 de junho de 2017

Presença do feminismo nas igrejas é armadilha para desviar mulheres, alerta Marisa Lobo

O crescimento do movimento feminista nas igrejas evangélicas vem chamando atenção pela agressividade das ideias apresentadas, inclusive, negando a sacralidade da Bíblia Sagrada. Sobre esse assunto, a psicóloga Marisa Lobo, cristã, afirmou que é preciso tomar cuidado com essa "armadilha".
Em uma entrevista exclusiva ao Gospel+, Marisa Lobo destacou que é possível defender os direitos das mulheres e a equiparação social e profissional sem se curvar à ideologia feminista contemporânea, que prega valores opostos aos que as Escrituras ensinam aos seguidores de Jesus.
De acordo com Marisa, "o feminismo é mestre em falácias e manipulação da retórica e linguagem", o que pode levar cristãos desavisados a serem levados a acreditar que suas bandeiras estão alinhadas ao Evangelho.
Confira a entrevista sobre a presença do feminismo nas igrejas:
Recentemente, vimos representantes do movimento feminista dentro das igrejas evangélicas afirmando que a Bíblia não é a Palavra de Deus, e sim, um livro de memórias de um povo. O que essa declaração significa?
Primeiro devemos rejeitar veemente que essas feministas sejam cristãs. Ou uma coisa ou outra. O feminismo é mestre em falácias e manipulação da retórica e linguagem, com certeza estão enganando muitas mulheres que não se dispõem a conhecer as raízes históricas de um movimento que diz representar a mulher quando na verdade, defende apenas um gênero cultural… Se essas "mulheres cristãs" conhecessem o feminismo da atualidade, rejeitariam esse movimento subversivo, desconstrucionista e abortista, que defende qualquer coisa, menos a mulher biológica, conservadora.
Dizer que a "Bíblia não é a Palavra de Deus, e sim, um livro de memórias de um povo" é afronta ao cristianismo, uma manipulação da Bíblia para enganar mulheres cristãs, e ao mesmo tempo uma ignorância espiritual que comprova que não são cristãs, e sim, ativistas infiltradas nas igrejas para desviar mulheres arregimentando-as para suas lutas como massa de manobra…
Me pergunto que direito e autoridade essas feministas têm para tentar desmoralizar a Biblia. Pior são pastores que recebem este tipo de "cristã" dentro das igrejas. Será que não têm discernimento espiritual e psicológico para caírem tão facilmente nesta armadilha que visa estritamente desconstruir o papel da mulher dentro das Igrejas? Faz parte do movimento feminista essa reorientação do papel da mulher em todas as esferas da sociedade, e a igreja é meta do feminismo radical de gênero. É uma armadilha que infelizmente muitos, por ignorância, estão caindo e servindo à agenda mundial feminista abortista associada à ideologia de gênero.
O que é o movimento feminista atualmente?
O movimento feminista contemporâneo tem interesses estritamente políticos. Essa "nova versão" tem cara do movimento político de esquerda. O feminismo que se vive hoje em dia está relacionado diretamente com a ideologia de gênero e com a aceitação de toda a diversidade de orientação sexual, inclusive com a pedofilia. Quando falamos em diversidade sexual, o que imaginamos? Inclua nessa variedade sem limites as parafilias sexuais e crimes sexuais como a pedofilia, que é aceita em cerca de 15 países.
O feminismo passou por várias fases e não podemos negar que na sua origem, no passado, no início anos 1920, por exemplo, ele lutou pelos direitos das mulheres. Porém, hoje não representa a mulher biológica, e sim, o gênero mulher, que pode estar – segundo o feminismo e a ideologia de gênero – em um corpo biológico masculino. Além disso, está a serviço da revolução cultural.
Durante sua trajetória, o feminismo passou por fases: a primeira buscou o acesso da mulher aos plenos direitos civis e políticos; a segunda ligou-se ao pensamento marxista, especialmente aos estudos de Friedrich Engels em 'A Origem da família, a propriedade privada e o Estado', que era o manual da feminista, pois assegurou que o aparecimento da propriedade privada provocou um sistema opressivo na família, do homem sobre a mulher, o qual chamou de "patriarcado", que hoje é combatido pelo movimento; a terceira fase do feminismo é o que vivemos hoje, onde nasceu a ideologia de gênero que está sendo cunhada à força na sociedade pela quebra de um paradigma que sustenta a humanidade: homem nasce homem e mulher nasce mulher.
Além disso, vem perpetuando agressivamente a eterna luta de classes, agora, representada pela luta entre homens e mulheres. Vale ressaltar que a ideologia de gênero nasceu para suprir a falta esquerdista do marxismo clássico diante à falta do operário como classe revolucionária.
Há alguns anos, o petista Gilberto Carvalho afirmou que era chegada hora da esquerda disputar a formação de opinião na sociedade com as igrejas evangélicas. Desde então, os movimentos de esquerda dentro das igrejas cresceram, pregando a prática do aborto, casamento gay, ideologia de gênero, entre outras bandeiras. É possível rebater essa influência? De que maneira?
Pela conversão verdadeira. Cristão que conhece a Deus, que conhece Bíblia, que conhece a graça, acolhe o pecador mas nunca comunga com o pecado. E para o cristianismo, aborto, casamento gay, diversidade de gênero e sexual de gênero, são pautas do mundo, não do Reino de Deus, portanto não fazem parte do cristianismo e devem ser combatidas dentro das igrejas, embora tenhamos o dever de respeitar as pessoas, respeitando suas escolhas, mas nunca comungando com escolhas alheias aos ensinamentos da palavra de Deus.
Como defender a igualdade entre homens e mulheres na sociedade como um todo e permanecer fora do movimento feminista?
O nosso trabalho é levar informação para homens e mulheres cristãos que existe defesa das mulheres fora do feminismo, que não nos representa mais. Aquele feminismo desejoso de que as mulheres conquistassem seus direitos está morto, não nos representa mais. Mulheres LGBTs defendidas pelo feminismo não é mulher biológica, e sim, mulher de gênero. Temos que abrir os olhos e falar a verdade francamente.
O que define uma mulher conservadora e cristã?
Mulher conservadora é aquela que conserva valores cristãos, que valoriza seu corpo, que reconhece seu papel na sociedade, que não rejeita sua feminilidade, que se orgulha da maternidade, que luta pela sua família, seus filhos,etc. Mulheres que amam saber que Deus a considera uma jóia rara, que se orgulham de serem consideradas sábias e edificadoras do lar. Mulher forte de fé , lutadora, que se importa com causas sociais, com o próximo, sabe da importância de defender a sua fé e a sua família, valores de vida, custe o que custar.
Deixe um recado para os leitores sobre o assunto.
Não se enganem: não há nada de bom hoje no feminismo. Existe defesa da mulher fora do feminismo. Nós mulheres cristãs podemos, sim, defender nossos direitos, podemos ser pró- mulher como somos pró-vida, pró-infância, porém, jamais nos associarmos a um movimento que mata milhares de bebês por dia, com campanhas em favor do aborto, que ridiculariza mulheres que não negam seu papel social e sexual.
Temos que lutar contra pensamentos esquerdistas feministas dentro da Igreja. Somos livres, temos nosso espaço e podemos conquistar ainda mais, porém não precisamos entrar em guerra com os homens – como fazem as feministas – e temos, sim, que conservar nossos valores e princípios morais, pois eles sustentam nossa fé e nossas famílias.
Não se enganem com discursos libertários. Jesus é nossa liberdade, e é essa liberdade que querem tirar de nós. Por outro lado, temos que lutar por direitos, sem tirar direito de ninguém e sem rejeitar o nosso papel especial que Deus nos deu. Somos preciosas, jóias, fortes e poderosas, e esse poder foi nos dado por Deus. O mundo tenta nos tirar, mas juntas vamos lutar contra essa desconstrução.
Deus nos abençoe, pois estamos em guerra ideológica, mas ganhamos a sabedoria divina para percebermos armadilhas camufladas de boas intenções como o feminismo travestido de defesa dos direitos das mulheres.
Fonte: Gospel+

sexta-feira, 26 de maio de 2017

“Reteté é coisa de meninos na fé”, avisa pastor pentecostal

 
O pastor Elinaldo Renovato de Lima é o titular da ADPAR (Assembleia de Deus em Parnamirim, RN). Professor universitário e bacharel em Ciências Econômicas, é um autor prolífico, bastante conhecido pelos seus textos na Revista de Lições Bíblicas, publicada pela CPAD.
Apesar de ser de igreja pentecostal, ele teceu várias críticas à prática do “reteté”. Durante um sermão recente em sua igreja, e postado na internet, ele afirma que a prática é coisa de “meninos” na fé.
Citando o apóstolo Paulo, em 1 Coríntios 13:11, comparou “Quando eu era menino, falava como menino… Tem crente com 50 anos de igreja e ainda está no jardim de infância”.


O pastor mostrou estar inconformado com alguns evangélicos que tem o hábito de ficar rodando e correndo dentro da igreja durante o culto. Para ele, essas pessoas querem “se mostrar”. Reclamou ainda do costume de alguns de ficarem “marchando” na igreja.
Comentando sobre a prática do chamado “reteté”, Renovato foi taxativo: “Não tem nada de espiritual nisso. Tudo conversa fiada. Tudo emocionalismo. Descontrole emocional”.
O pastor explicou que já leu a Bíblia 43 vezes e nunca encontrou uma base bíblica que sustentasse a prática. “Eu tenho que ter responsabilidade no que eu estou ensinando”, bradou.
Por fim, fez um pedido aos congregantes: “Me mostra o reteté na Bíblia que eu vou pular também”. Em tom de desafio, disse que se alguém o fizesse, ele iria “marchar, pular e dançar”.
Em tom de brincadeira, propôs aos presentes que daria uma recompensa financeira para quem lhe mostrem essa prática nas Escrituras. “Caso alguém consiga, ganhará dele 200 reais, garantiu, “se for no Novo, eu dou 500”, provocou, enquanto mostrava cédulas aos fiéis.
Com quase 100 mil visualizações nas primeiras 24 horas, o conteúdo do vídeo mostrou que essa questão divide muitas igrejas. Os comentários dos internautas mostram que há quem concorde com o pastor, e reprove a prática.
Contudo, a maioria parece pensar diferente, explicando que há muitas coisas ensinadas nas igrejas que também não possuem uma “base bíblica”.
“Eu pago o dobro se ele me mostrar a palavra trindade na Bíblia e triplicado se me mostrar assembleia de Deus”, escreveu um usuário da rede social. Enquanto outro pediu: “Pr. Me mostre na Bíblia que os reverendos têm de ministrar de terno, andar de carrão etc. Vamos deixar de hipocrisia e pregar a Bíblia”.

Assista: https://www.facebook.com/Tiago.S.Rosas/videos/1035955869872141/


domingo, 7 de maio de 2017

Simplesmente Brilhe! (Mensagem)



Simplesmente continue #Brilhando!!! Pois é inevitável que os insetos voem aos montes em busca luz. As vezes paramos na caminhada por causa das dificuldades (insetos) ou queremos nos esconder (apagar a luz) por causa das pedradas (ferroadas) e o bom é que sempre que os insetos batem na luz é eles que caem, glória a Deus pois esse brilho não é nosso vem dos Pai da luzes (Tiago1.17). Jesus disse vós sois a luz do mundo e luz não se esconde debaixo de um cesto. Ao contrário coloca-se no velador para iluminar toda a casa ( Mateus 5.14-15). Por isso brilhe!!!!!
 

                                                               By Pb. Ed Carlos Cunha

sexta-feira, 24 de março de 2017

Imperdível! Em Abril estará de Volta o Programa Jardim para Cristo na 87.9


#Atenção! Depois de três meses fora do ar em Abril estará de Volta o Programa Jardim para Cristo sempre as 12h na Fm Jardim 87.9. Levando Vida e Esperança!!!!
E Você que quer ser um patrocinador nos ajudando a levar o evangelho de Cristo é só falar conosco no Pvd ou via Whatsapp (84) 99157-0796 Pb. Ed Carlos Cunha

Pastor Ministra Palestra Sobre Os Simbolos da Pascoa a Estudantes de Florânia


O Pastor Raimundo Bernadino Oliveira ministrou Palestra na igreja sobre os verdadeiros símbolos da Páscoa para os alunos da Escola Municipal Macaria Giffoni em Florânia. 



terça-feira, 21 de março de 2017

Cuidado! Esse inseto que é extremamente perigoso


Você não detesta quando está relaxado em sua casa, e de repente aparecem alguns insetos irritantes para perturbar sua tranquilidade? Para além da maioria desses bichinhos serem irritantes e terem um aspeto bastante desagradável, existe um problema maior: eles podem ser portadores de doenças perigosas.

Por essa razão, hoje você vai conhecer um inseto que é extremamente perigoso. Muita gente costuma ignorá-lo quando o vê em sua casa. Mas se encontrar um desses em sua casa,deve matá-lo imediatamente e evitar que ele lhe pique.
Esse bicho é mais perigoso do que o mosquito Aedes aegypti, que é portador de doenças como a dengue, o Zika e até a Chikungunya. Essas três doenças são muito perigosas e até mesmo mortais.

No entanto, os insetos chamados de Barbeiros são ainda mais nocivos. Para além de serem muito estranhos, eles são extremamente perigosos e geralmente atacam durante a noite enquanto você dorme. Da mesma forma que os mosquitos, é um inseto sugador de sangue.


Algum tempo após a pessoa ter sido infetada, ela pode vir a ter problemas de coração. Podem ainda sofrer de coagulação de sangue, paragem cerebral e até mesmo um ataque cardíaco. Outros males menores que podem vir da picada dos Barbeiros são os problemas gastrointestinais.
Ainda não existe nenhuma cura eficaz para a doença das Chagas, mas existem alguns medicamentos para tratá-la. Só que eles não são totalmente eficazes. Por essa razão, você precisa ter cuidado com esses bichos perigosos…
Se você vir insetos Barbeiros em sua casa, tente se livrar deles o mais rápido possível!

quinta-feira, 2 de março de 2017

William Carey - O Pai da Missões Modernas

 
INTRODUÇÃO

Esta monografia, conforme se depreende de seu título, tem como objetivo apresentar uma breve exposição da vida de William Carey, dando-se especial atenção, obviamente, à sua obra como missionário na Índia.

Trata-se de um trabalho cujo tema é de extrema relevância para a igreja dos dias atuais que, ao que se vê, deixou em segundo plano a tarefa missionária, especialmente em seu aspecto transcultural, voltando suas lentes mais para as necessidades internas da comunidade local, tais como crescimento, estrutura, patrimônio e estratégias de impacto na sociedade.

Espera-se, portanto, que a análise da vida e do ministério de homens como William Carey, com sua paixão, perseverança, desprendimento e fundamentos teológicos sobre os quais construiu suas convicções, promova ao menos uma séria reflexão sobre a necessidade de fazer com que a igreja moderna volte novamente o seu olhar para os antigos horizontes missionários que há séculos se apresentam diante dela.

A monografia foi dividida em quatro partes. As duas primeiras tratam da vida de William Carey antes dele se tornar missionário. As outras duas descrevem seu trabalho na Índia, sendo que a última divisão dá destaque especial aos obstáculos que enfrentou e o modo como lidou com eles ou com eles conviveu até que o Senhor trouxesse a solução esperada. Espera-se que esse último capítulo em especial seja proveitoso, dado o exemplo de vida que fornece, para encorajar todos os obreiros de Cristo que ao longo do ministério se vêm diante de inúmeras lutas, sendo até tentados a desistir.

O método usado na confecção desta monografia foi a pesquisa de fontes secundárias e primárias. Por ser um trabalho sintético, seu conteúdo é bastante seletivo, uma vez que se volta para dados de maior relevância na vida e obra do personagem em análise, não se detendo em detalhes de importância secundária.

1. A INFÂNCIA E A JUVENTUDE DE CAREY

William Carey nasceu em uma família pobre, em 1761, perto de Northampton, na Inglaterra. Seu pai era um tecelão que trabalhava em casa em uma máquina de tear. Durante a infância, Carey teve uma vida normal, marcada por simplicidade. Eventualmente tinha problemas alérgicos que o impediram de realizar seu desejo de trabalhar como jardineiro.

Quando bem jovem, aos dezesseis anos, não podendo mexer com flores, iniciou como aprendiz de sapateiro. Carey ficou nessa profissão até os 28 anos de idade. Ele converteu-se aos dezoito anos e ingressou na Igreja Batista, um dos menores grupos dissidentes de seus dias. Na sua “Investigação”, referiu-se à denominação de que fazia parte como batista particular.[1] Após sua conversão, desenvolveu o hábito de estudar a Bíblia nas horas livres.

Foi em 1781, com dezenove anos, William Carey se casou com Dorothy, cunhada de seu patrão. Dorothy era cinco anos mais velha do que Carey, não sabia ler e logo revelou um temperamento difícil. No casamento reinava pouca harmonia e, para dificultar ainda mais a vida familiar os problemas econômicos eram comuns, tornando-se mais intensos com o crescimento da família e a responsabilidade de Carey no cuidado de sua cunhada e de quatro sobrinhos, após a morte do seu patrão.

2. WILLIAM CAREY: PASTOR E SAPATEIRO

Durante certo tempo William Carey acumulou as funções de pastor, professor de tempo parcial e sapateiro na sua pequena aldeia. Na verdade, desde a juventude ele atuara como pregador leigo, mas só em 1785 recebeu o convite para ser pastor em uma pequena igreja batista. Mais tarde foi chamado para pastorear uma igreja maior em Leicester, mas mesmo assim ainda precisava trabalhar em outras atividades para sustentar a família.

Como pastor, Carey revelava uma preocupação muito grande com o estudo. Quem chegasse em sua humilde casa, caracterizada pelas lindas flores que ele mesmo cultivava, sempre o encontraria com um livro. Foi durante seus anos de pastorado, marcados especialmente pela leitura, que Carey passou a desenvolver sua visão missionária, concluindo, para surpresa da igreja e dos ministros cristãos de seus dias, que a evangelização do mundo era a principal responsabilidade da noiva de Cristo.

3. O NOTÁVEL MISSIONÁRIO

Uma das dificuldades que William Carey teve que enfrentar para incutir a necessidade do envio de missionários às nações pagãs foi o hipercalvinismo reinante em seus dias, segundo o qual a conversão dos pagãos ocorreria, caso o Senhor quisesse, sem o auxílio de quem quer que fosse.

Foi para quebrar essa mentalidade que o pai das missões modernas escreveu um tratado intitulado “Uma investigação sobre o dever dos cristãos de empregarem meios para a conversão dos pagãos” (1792). Tratava-se de uma exposição e análise do mundo de seus dias que refletia a necessidade urgente da pregação do evangelho às nações de todos os continentes. Nesse tratado, Carey também expõe argumentos lógicos e teológicos apresentando-os como fundamentos para o envio de missionários aos pagãos, frisando especialmente que o Reino de Cristo tem que ser proclamado a toda a terra.

Num sermão sobre Isaías 54.2-3, dirigido a um grupo de pastores batistas em Nottingham, no dia 31 de maio de 1792, Carey reforçou os apelos constantes da sua “Investigação” e pronunciou a frase que se tornou célebre como a filosofia de trabalho do grande missionário: “Realizar grandes coisas para Deus; esperar grandes coisas de Deus.”

A força dos argumentos de Carey e o vigor do seu entusiasmo resultaram na formação da Sociedade Missionária Batista, organizada em setembro de 1792. Menos de um ano depois, em junho de 1793, ele e sua família partiram para a Índia como membro da referida sociedade. Carey chegou em Hooghly no dia 11 de novembro de 1793, marcando o início da grande era das missões além mar, promovidas pela Inglaterra e Estados Unidos.

Em virtude da oposição da Companhia das Índias Orientais, a família Carey foi para o interior da Índia e, logo depois, para Malda. Ali, William Carey de dedicou a aprender a língua bengali e se aventurou numa tradução do Novo Testamento para essa língua. O trabalho, contudo, revelou-se um fracasso, pois Carey não tinha habilidade em redação, conhecia muito pouco da dinâmica da língua e a tradução tornou-se ininteligível. Isso não desanimou o infatigável missionário que refez a tradução até que pudesse ser compreendida pelo povo bengalês.

Trabalhando em Malda numa fábrica de anil, enfrentando terríveis problemas familiares como se verá a seguir, Carey não desanimou. Além de se empenhar firmemente na tradução da Bíblia, Carey também atuava como pregador, fundava escolas e, em 1795, inaugurou uma igreja batista em Malda que contava com quatro membros ingleses. É verdade que o povo bengalês comparecia às centenas para ouvir a mensagem do evangelho, mas ao fim de sete anos de trabalho em Malda, Carey não tinha sequer um convertido que pudesse apresentar como fruto do seu ministério.

Em 1800, William Carey deixou Malda e transferiu-se para Serampore, um território dinamarquês perto de Calcutá. Ali ele permaneceu até o fim de sua vida. A lado de Josué Marshman e William Ward, Carey passou a viver um tempo maravilhoso de trabalho em equipe marcado por oração, respeito, mútua cooperação e compromisso sério com a obra do Senhor. Marshman, Ward e Carey formavam o conhecido “Trio de Serampore” que conduziu a missão a um notável sucesso.

Com dedicação sem igual, disposto a sacrificar seus bens, tempo e qualquer outra coisa a que pudesse se apegar, dono de um caráter dócil e uma vida santa, Carey organizava escolas (ele organizou, inclusive, o colégio Serampore para treinamento de evangelistas nativos), ensinava línguas orientais no colégio de Fort William em Calcutá e continuava seus esforços na tradução da Bíblia que verteu inteira para três idiomas: bengalês, sânscrito e marathi. Além disso, traduziu porções da Bíblia para inúmeras outras línguas, ainda que a qualidade de seu trabalho não fosse muito apreciada pelos críticos.

Em Serampore o trabalho evangelístico era intenso. Apesar disso, as conversões aconteciam muito lentamente. Ruth Tucker escreve:

A evangelização era também uma parte importante do trabalho em Serampore e um ano após o estabelecimento da missão os missionários se alegraram com o primeiro convertido. No ano seguinte houve mais convertidos, mas de modo geral a evangelização progrediu lentamente. Cerca do ano 1818, depois de 25 anos de missões batistas na Índia, havia mais ou menos 600 convertidos batizados e mais alguns milhares que compareciam às aulas e cultos.[2]

Dorothy Carey morreu em 1807 e, seis meses depois do seu sepultamento, o viúvo se casou com Charlotte Rumohr. O casamento foi feliz e durou até 1821, quando Charlotte morreu. Durante seu tempo de convivência o casal dedicou-se ao trabalho de tradução, pois Charlotte tinha grande habilidade lingüística. Após sua morte, Carey, aos 62 anos de idade, se casou com Grace Hughes, dezessete anos mais jovem do que ele e que demonstrou-se extremamente solícita no cuidado do marido que passara a ter freqüentes problemas de saúde.

O trabalho de Carey na Índia foi extraordinário. O pai das missões modernas, além das realizações mencionadas acima lutou contra a queima de viúvas e o assassinato de crianças. Ele tinha uma visão missionária muito à frente do seu tempo, dedicando-se à causa cristã sem desrespeitar os aspectos da cultura local que não feriam os valores revelados por Deus nas páginas da Bíblia. Ademais, lutou pela formação de uma igreja autóctone, com a Bíblia na língua do povo, com uma liderança nativa e traços distintivos que não fossem importados da Europa.

4. OS OBSTÁCULOS NO MINISTÉRIO DE WILLIAM CAREY

O primeiro obstáculo que William Carey teve que enfrentar para realizar seu alvo de evangelização dos pagãos foi a sua própria igreja. Reinava em seu tempo a idéia de que a Grande Comissão não se aplicava aos cristãos em geral, mas exclusivamente aos apóstolos diante de quem o Senhor ressurreto a enunciou. Esse pensamento estava fortemente associado a uma teologia hipercalvinista que tirava da igreja o dever de anunciar as boas novas aos perdidos das nações distantes. Conta-se que quando o jovem pastor apresentou as suas idéias revolucionárias para a época a um grupo de ministros, um deles lhe disse: “Jovem, sente-se. Quando Deus quiser converter os pagãos, ele o fará sem a sua ajuda ou a minha”.

Na sua “Investigação”, Carey reagiu contra essas idéias. Realçou o dever da igreja de evangelizar os povos e disse que se a Grande Comissão se restringisse aos apóstolos, então a ordem de batizar também estaria restrita a eles. Ademais, argumentou, se só aos apóstolos se aplicam as determinações da Grande Comissão, os ministros que têm pregado o evangelho a outros povos têm agido sem autorização de Deus para tanto e a presença constante de Cristo prometida na Grande Comissão também não se aplica a ninguém além dos ouvintes originais.[3]

Como se vê, os argumentos de Carey eram irrefutáveis e provocaram uma mudança na mentalidade da igreja de seus dias que se estabeleceu por mais de quarenta anos.

Um segundo obstáculo ao ministério de William Carey foi a Companhia das Índias Orientais. Stephen Neill escreve:

O momento da chegada de Carey à Índia não era propício para a fundação de uma missão. A Companhia das Índias Orientais, companhia comercial que se transformara gradualmente num império e que era então o poder dominante da Índia, suspeitava dos missionários e hostilizava sua chegada, não tanto por questões religiosas, mas por temer as perturbações provocadas pelo Evangelho, o que poderia abalar o controle sempre incerto de determinadas regiões. Carey e sua família viram-se, de fato, na situação de imigrantes ilegais, sujeitos de um momento para outro a serem deportados.[4]

O problema com a Companhia das Índias Orientais foi resolvido quando Carey e sua família se mudaram para o interior, desaparecendo da vista de todos.

O terceiro obstáculo ao ministério de Carey (e talvez o mais difícil) foi a sua esposa. Desde o início Dorothy se opusera á ida de Carey à Índia e se recusara a ir com ele. Juntamente com um outro missionário, John Thomas, Carey chegou a partir sem a esposa. A viagem, porém, foi interrompida por motivos burocráticos quando o navio ainda estava na Inglaterra. Por esse tempo, Dorothy mudou de idéia e resolveu partir com o marido e seus quatro filhos pequenos (um deles com apenas três semanas).

Estando já na Índia, Carey, como já dito, se viu forçado a partir para o interior em face da oposição da Companhia das Índias Orientais. Na ocasião, Dorothy, mais uma vez, revelou-se uma mulher inadequada como esposa de missionário. Ela se mostrou cada vez mais abalada psicologicamente. Ademais, instalada em meio a pântanos, a família viu-se em circunstâncias deploráveis e Dorothy ficou muito doente, exigindo, juntamente com os filhos, a total atenção do marido. A situação só melhorou quando ele conseguiu se transferir para Malda onde foi trabalhar como capataz numa fábrica de anil. Ali, porém, Dorothy demonstrava que sua saúde mental estava em notável declínio. Com a morte de um dos filhos, que então contava com cinco anos, a esposa de Carey enlouqueceu totalmente.

A demência de Dorothy teve resultados trágicos para a família. Um deles se fez sentir na educação dos filhos. Carey, além de viver constantemente ocupado com inúmeras tarefas, era um homem muito dócil, incapaz de ser rígido com as crianças. A mãe, no estado em que se encontrava, não tinha condições de suprir a ausência e falhas do pai na correção dos meninos que cresceram como vadios indisciplinados. Foi a interferência firme da Sra. Marshman e a posterior dedicação de Charlotte Rumohr, a segunda esposa de Carey, que impediram que os filhos de Carey se perdessem totalmente.

A grande luta de Carey com a doença de sua esposa findou-se em 1807, quando Dorothy faleceu aos 51 anos de idade. Foi o fim de um triste obstáculo para a obra missionária que jamais contou com o real apoio daquela mulher, mesmo em seus dias de saúde física e psíquica.

O quarto fator que pode ser citado como obstáculo ao trabalho de William Carey foi sua chocante dificuldade com traduções. Como visto acima, Carey não conseguia se fazer entender quando escrevia uma sentença, de forma que sua obra sofria sérios e justos ataques de qualquer pessoa que tivesse paciência para avaliá-la. Para piorar a situação, em 1812 ocorreu um incêndio que destruiu anos de seu intenso e difícil trabalho de tradução.

O modo como Carey superou tudo isso foi através da perseverança. De fato, Carey era um homem que nunca desistia. Nada fazia com que ele interrompesse sua obra. Se ao final de uma tradução ele descobria que o texto era de difícil compreensão, ele retomava pacientemente o trabalho e fazia tudo outra vez, até que o resultado fosse satisfatório para os leitores. Mesmo quando suas traduções foram queimadas em 1812, esse incansável missionário aceitou o fato como manifestação da vontade de Deus e iniciou tudo outra vez com zelo ainda mais intenso.

O último obstáculo que Carey enfrentou em seu trabalho missionário foi decorrente da chegada de novos missionários enviados da Inglaterra a Serampore pela Sociedade Missionária Batista. De fato, com a chegada desses missionários a paz da missão de Serampore chegou ao fim.

Os novos obreiros se recusaram a se submeter à liderança dos veteranos e também não aceitaram adotar o estilo de vida e filosofia de trabalho do “Trio de Serampore”. Assim, o resultado inevitável foi a divisão. Então, os missionários mais novos se afastaram e formaram a União Missionária de Calcutá.

A Sociedade Missionária Batista, a que Carey estava ligado desde que fora fundada por sua própria influência, tinha por esse tempo líderes que sequer o conheciam pessoalmente. Esses líderes deram apoio aos missionários jovens que eles próprios haviam nomeado. Por tudo isso, em 1826, a Missão de Serampore cortou relações com a Sociedade Missionária Batista.

Como resultado desse rompimento, terríveis problemas financeiros começaram. Não havia como a missão de Carey se sustentar e também suprir as necessidades dos diversos postos missionários ligados a ela sem o apoio da Inglaterra.

Carey, como em outras ocasiões, também soube lidar com esse obstáculo ao trabalho do Senhor. A solução foi simples: auto-humilhação. Carey e Marshman, vendo que não havia meios de continuar sem o sustento da Sociedade, se submeteram novamente e ela. Assim, foi dada continuidade ao trabalho até que a morte, o último oponente, se levantou. Contra esse obstáculo o corajoso missionário não teve como lutar. William Carey morreu em 1834.

CONCLUSÃO

Da consideração dos fatos expostos nesta monografia, conclui-se primeiramente que a obra de Deus não carece necessariamente de ministros que apresentam os padrões de grandeza que o mundo exalta. Carey era apenas um pobre sapateiro, com limitações notáveis oriundas de problemas familiares e até mesmo carente de certos dotes intelectuais. Foi ele, contudo, que deu o impulso inicial ao grande século das missões transculturais, tornando-se famoso em todo o mundo e influenciando vidas até os dias modernos.[5]

Vê-se também, a partir da história apresentada, quão essencial é a perseverança na vida do ministro de Cristo. As informações fornecidas no item 4 levam facilmente à conclusão de que William Carey sequer teria saído da Inglaterra caso não fosse dono de um espírito perseverante, capaz de enfrentar pacientemente qualquer obstáculo e prosseguir sem esmorecer na perseguição de seus ideais. Não resta dúvida que, sob o ponto de vista humano, o sucesso de Carey foi devido à sua firmeza e pertinácia.

No presente trabalho também é possível vislumbrar a seguinte verdade: o trabalho do Senhor muitas vezes revela-se lento e tardio em frutificar. Todo homem de Deus deveria atentar para esse fato e não nutrir no coração a danosa tendência de se comparar com outros que, aparentemente, têm tido mais sucesso no ministério, nem se sentir frustrado em expectativas muitas vezes vaidosas de ver multidões diante de si, sedentas por ouvi-lo. A história das missões e, especificamente, a vida de William Carey mostram que muitas vezes o plano de Deus na obra missionária não é a conversão numerosa dos ouvintes, mas o fortalecimento da fidelidade dos pregadores. Muitas vezes, o campo de trabalho de Deus é seu próprio servo.

Assim, a história do pai das missões modernas, se afigura como fonte de instrução, estímulo, exemplo e correção. Por meio dela não somente se detecta parte do que Deus realizou no grande século das missões ultramar, mas também é possível sentir o coração inclinado para novos desafios e para a expectativa de que ainda nesta geração o Senhor reavive a sua obra em todo o mundo.





NOTAS

[1] CAREY, William. Uma investigação sobre o dever dos cristãos de empregarem meios para a conversão dos pagãos. In: WINTER, R. e HOWTHORNE, S.C. (Ed.). Missões transculturais: uma perspectiva histórica. São Paulo: Mundo Cristão, 1987. p. 286.
[2] TUCKER. Ruth. Até aos confins da terra. São Paulo: Vida Nova, 1986. p. 125.
[3] CAREY, op. cit., p. 278.
[4] NEILL, Stephen. História das missões. São Paulo: Vida Nova, 1997. p. 270-271.
[5] É muito comum, nas Escolas Bíblicas de Férias, realizadas há décadas num vasto número de igrejas ditas tradicionais, a apresentação da história de William Carey às crianças, com ilustrações e desafios aos pequeninos. Assim, Carey tem sido um estímulo também para as gerações recentes e talvez só na eternidade seja possível avaliar com exatidão os efeitos de todo esse seu impacto.

REFERÊNCIAS

CAREY, William. Uma investigação sobre o dever dos cristãos de empregarem meios para a conversão dos pagãos. In: WINTER, R. e HOWTHORNE, S.C. (Ed.). Missões transculturais: uma perspectiva histórica. São Paulo: Mundo Cristão, 1987.

NEILL, Stephen. História das missões. São Paulo: Vida Nova, 1997.

TUCKER. Ruth. Até aos confins da terra. São Paulo: Vida Nova, 1986.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

“Carnaval gospel” cresce no país e divide opiniões - COMENTO A NOTÍCIA

 

Blocos de "carnaval gospel" tem 'abadeus' e cover de Mamonas Assassinas

As igrejas mais tradicionais costumam fazer retiros espirituais durante o Carnaval, feriado cujo nome significa, literalmente, “festa da carne”. Mas há denominações que decidem aproveitar a multidão para pregar a palavra. Essa postura gera divisão entre muitos líderes.
O teólogo Marcelo Rebello, 44, explica que deveria prevalecer o bom senso: “O crente não tem que ir para o meio do povo e dizer que [os que bebem e se pegam] vão pro inferno”.
Presidente da Associação Brasileira de Empresas e Profissionais Evangélicos, Rebello também lembra que a festa nas suas origens era “muito atrelada a candomblé e umbanda” e como o crente “serve a um Deus único”, essas entidades (orixás) seriam uma afronta a evangélicos.
Mesmo assim, o “Carnaval evangélico”, onde geralmente não se bebe álcool, parece ganhar força nas ruas do país.

São Paulo

Um dos blocos mas ativos é da Bola de Neve Church. A ponto de a prefeitura de Santos instituir, via lei municipal de 2014, o Dia do Evangelismo de Carnaval Bola de Neve.
Este ano, ela oferece os tradicionais uniformes de blocos, “abadás”, por R$ 30 (dinheiro) ou R$ 35 (cartão). Os fiéis reunidos numa espécie de “esquenta” na semana passada entoavam adaptações evangelizadoras de sambas e sucessos da música pop. Por exemplo, “Pelados em Santos”, do Mamonas Assassinas, teve o refrão mudado para “Jesus me deixa doidããããão”.
Cerca de 80% dos batuqueiros da Bola são ex-membros de torcidas organizadas. A estimativa é do corintiano Rodney Lopez, 35. Ele foi da Gaviões da Fiel, mas quando se converteu em 2006 preferiu entrar para a bateria da igreja. “Quando conheci Deus, algo fazia falta. Queria fazer o que fazia no mundo, mas dentro da igreja”, explica.
Todo os anos, a bateria da igreja percorre cerca de 10 km da orla santista. No ano passado, segundo o Corpo de Bombeiros, foram 18 mil pessoas. A festa deste ano, programada para dia 25, terá food truck, palco com música eletrônica e 12 camarotes para 14 pessoas (R$ 3.000 cada espaço), revela o pastor Eric Viana, 40, idealizador da Batucada Abençoada.
Durante um sermão recente, brincou com a plateia: “Quem é solteiro aqui? Então compra logo dois [abadás]!”. Em entrevista à Folha de São Paulo lembrou que começou a bateria por acreditar que não fazia sentido se isolar num retiro enquanto cidades eram tomadas por “toda a negatividade do Carnaval mundano”.
Entre os exemplos disso, aponta gravidez indesejada, motoristas alcoolizados, latinhas de cerveja na rua e namoros que terminam.
“A gente se sentiu bastante egoísta em viver a alegria de Deus refugiado disso tudo”, diz Viana, ex-metaleiro e usuário de drogas que mudou de vida ao conhecer Jesus 25 anos atrás. “Só depois percebi que a transformação não era por fora.”

Bahia

Já em Salvador, o bloco evangélico da Igreja Batista Missionária da Independência, marcará presença no Pelourinho este ano novamente. O destaque é a presença do funkeiro gospel Tonzão, do hit “Passinho do Abençoado”. Também estarão se apresentando o pagodeiro Waguinho, ex-Os Morenos, e o cantor Lázaro, ex-Olodum. No “abadeus” (abadá) do Sal da Terra, o mote é: “Jesus é a nossa alegria”.

Rio

No Rio de Janeiro, a Igreja Batista Atitude desfilará na orla do Recreio dos Bandeirantes o bloco Sou Cheio de Amor, como faz desde 2013.

Divisão

O exemplo mais recente de como essa questão gera divisão foi o cancelamento do polo gospel no Carnaval de Olinda (PE), um dos maiores do Brasil. Cerca de uma semana após ser anunciado, a união de fé e folia recebeu críticas de igrejas tradicionais.
Um dos elementos decisivos foi o posicionamento contrário da bancada evangélica da Assembleia Legislativa pernambucana. O deputado estadual Adalto Santos (PSB) reclamou ao prefeito, que também é evangélico, sobre o “prejuízo espiritual” do evento.
O pastor Josildo Ferreira, ligado ao Movimento Missões Urbanas Brasil, que idealizou a versão gospel do Carnaval, explica que a opção será distribuir 10 mil Bíblias durante os dias do feriado.
Fonte: Gospel Prime
MEU COMENTÁRIO Pastor Carlos Roberto Silva
Desde que surgiram os primeiros trabalhos de evangelização no período do carnaval, mormente realizados por agências de evangelismo e ou missionárias, sempre houve polêmica no seio das Igrejas mais tradicionais, no entanto, o formato foi tomando naturalidade e foi e acomodando, inclusive com algumas igrejas capacitando jovens para realizar o trabalho de evangelização, com distribuição de folhetos evangelísticos, bíblias e outras publicações evangélicas, além de auxílio espiritual e de prmeiros socorros a pessoas alcoolizadas e ou drogadas.
Agora, o novo formato que está na moda é ainda muito mais polêmico e perigoso, pois consiste em se utilizar da mesma arma do inimigo para combate-lo. Toda vez que se luta com o inimigo comas armas dele, ou e está muito bem preparado, ou essa arma poderá se voltar contra nós mesmos, afinal estamos no território dele e com a armas dele.
A Bíblia Sagrada diz:
"Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas sim poderosas em Deus para destruição das fortalezas; Destruindo os conselhos, e toda a altivez que se levanta contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo o entendimento à obediência de Cristo; E estando prontos para vingar toda a desobediência, quando for cumprida a vossa obediência" - 2 Coríntios 10:4-6
E ainda:
Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo. Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais. Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, havendo feito tudo, ficar firmes. Estai, pois, firmes, tendo cingidos os vossos lombos com a verdade, e vestida a couraça da justiça; E calçados os pés na preparação do evangelho da paz; Tomando sobretudo o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do maligno. Tomai também o capacete da salvação, e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus; Orando em todo o tempo com toda a oração e súplica no Espírito, e vigiando nisto com toda a perseverança e súplica por todos os santos,
Efésios 6: 11-18
Finalizando, entendo ser uma estratégia de evangelismo muito arriscada, além de se tornar uma grande tentação para quem estiver dando os primeiros passos na vida cristã. Cada líder deve saber o que é ,e para o povo que se dirige, mas este é o meu singelo posicionamento e contribuição para com este polêmico assunto.
VIGIEMOS!

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Evangélicos saem às ruas do Espírito Santo para orar e policiais se ajoelham



Os evangélicos do Espírito Santo estão enfrentando a crise de segurança pública com armas espirituais, lutando contra a crescente onda de violência no estado.
Pastores e fiéis se juntaram na última quarta-feira, 08 de fevereiro, para orar pela cidade de Cachoeiro em frente à sede da Prefeitura Municipal de Cachoeiro, na praça Jeronimo Monteiro. O grupo pediu a Deus que intervenha na situação e impeça que mais mortes e arrastões aconteçam.
Quando a oração na praça terminou, os evangélicos caminharam em direção ao 9º Batalhão de Polícia Militar e fizeram orações pelos policiais militares, que estão em greve por aumento de salários, segundo informações do portal Folha do ES.
Durante a oração no Batalhão, os policiais se ajoelharam em reverência ao momento, e muitos deles, oraram juntos com os evangélicos.

Fim da greve

Uma manifestação de moradores da cidade levou os policiais militares de Cachoeiro a suspenderem a paralisação. O comandante do quartel, Tenente Coronel Caus, anunciou que 100% da tropa estará nas ruas da cidade combatendo o crime.

A decisão foi uma resposta à insatisfação da população com o movimento dos militares, que tem resultado em caos no estado. A greve nas demais cidades, continua.
Fonte: Gospel+

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Cristã é esfaqueada por dizer que é contra o casamento gay, na Alemanha



Uma mulher de 31 anos foi morta por dizer que não aprova o casamento gay, devido às suas crenças cristãs.

A vítima foi esfaqueada até a morte por seu colega de apartamento, de 25 anos, que se considera um “antiteísta”, que se opõe à crença na existência de qualquer tipo de divindade, segundo o site alemão The Local.

O criminoso, identificado apenas como Daniel E. por causa das leis de privacidade alemãs, foi preso e prontamente condenado à prisão perpétua nesta segunda-feira (30) pelo tribunal de Friburgo em Brisgóvia, na Alemanha.

Um antiteísta não deve ser confundido com um ateu, de acordo com o Ministério de Pesquisa & Apologética Cristã. O ateu tende a ser cético em relação a afirmações sobrenaturais, citando a falta de evidências empíricas que provem sua existência.

A vítima era uma cristã ativa em sua igreja e havia se mudado para a mesma casa de Daniel há apenas dez dias. O criminoso invadiu seu quarto e perguntou se ela aprovava o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Quando ela respondeu não, Daniel a esfaqueou imediatamente, conforme descreveram os promotores ao tribunal. Ferida, a vítima tentou escapar, mas foi esfaqueada repetidamente nas costas enquanto caminhava em direção às escadas.

Percebendo a gravidade do crime, seu companheiro de apartamento tentou cometer suicídio, mas falhou no procedimento. Os investigadores encontraram um computador em seu quarto, onde Daniel escreveu um "manifesto" que declara seu ódio a todas as religiões.

Daniel foi condenado à prisão perpétua com possibilidade de liberdade condicional após 15 anos de detenção. Guiame

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

POSSE DO Pr. ANTÔNIO FIRMINO NA AD - VILA FLOR / RN


Prefeitura de Russas - CE abre Concurso Público com mais de 800 vagas

Prefeitura de Russas - CE abre Concurso Público com mais de 800 vagas


Prefeitura de Russas - CE abre Concurso Público com mais de 800 vagas
A Prefeitura de Russas - CE abre Concurso Público com mais de 800 vagas
Contratados cumprirão carga horária de 20h a 40h semanais com salários de até R$ 8 mil.
Estão abertas as inscrições para o novo Concurso Público realizado pela Prefeitura de Russas no Estado do Ceará, com 840 vagas em nível fundamental, médio/ técnico e superior.
Com carga horária de 20h a 40h semanais e salários que variam de R$ 880,00 a R$ 8.599,80, os cargos disponíveis são:
  • Nível Fundamental: Agente de Limpeza Pública (65); Auxiliar de Serviços Gerais (130); Vigia (31); Agente Comunitário de Saúde (48); Motorista (31); Motorista de Ambulância (6) e Operador de Máquinas Pesadas (2).
  • Nível Médio/ Técnico: Agente de Administração (72); Agente de Combate de Endemias (16); Agente Social (10); Atendente de Farmácia (19); Auxiliar de Laboratório (3); Auxiliar de Saúde Bucal (10); Auxiliar de Serviços Médicos (20); Auxiliar de Topografia (1); Fiscal de Obras e Posturas (4); Fiscal de Tributos Municipais (4); Fiscal de Vigilância Sanitária (2); Técnico em Contabilidade (1); Técnico em Enfermagem (18); Técnico em Meio Ambiente (2) e Topógrafo (2).
  • Nível Superior: Assistente Social (16); Bibliotecário (1); Cirurgião Dentista (9); Educador Físico (1); Enfermeiro (17); Engenheiro Civil (2); Farmacêutico Bioquímico (4); Fisioterapeuta (8); Fonoaudiólogo (3); Geólogo (1); Médico Veterinário (1); Nutricionista (3); Procurador (1); Psicólogo (8); Terapeuta Ocupacional (4); Médicos nas especialidades de Clínico Geral (15); Psiquiatra (1); Neurologista (1) e Infectologista (1); e Professores nas áreas de Pedagogia (103), Língua Portuguesa (33); Língua Estrangeira (10); Arte e Educação (5); Educação Física (25); História (10); Geografia (10); Ensino Religioso (5); Ciências (12) e Matemática (33).
As inscrições podem ser realizadas no site www.idib.org.br até o dia 23 de fevereiro de 2017. Os candidatos que não tiverem acesso à internet poderão realizar sua inscrição de forma presencial no posto facilitador localizado na sede da Prefeitura, na Avenida Dom Lino, nº 831, Centro, no horário das 08h às 12h e das 14h às 17h, durante todo o período de inscrição. A taxa de participação varia de R$ 60,00; R$ 80,00 a R$ 120,00, de acordo com a escolaridade.
Todos os candidatos passarão por prova objetiva prevista para ser aplicada no dia 26 de março de 2017, inscritos ao cargo de Procurador serão submetidos a avaliação discursiva, já para a função de Professor haverá prova de títulos.
Este Concurso Público tem validade de dois anos e pode ser prorrogado por igual período, para mais informações consulte o edital completo disponível em nosso site.
Jornalista: André Fortunato

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Advogado entra com ação popular pelo fim do "culto na prefeitura" do Rio


O "culto na prefeitura” do Rio de Janeiro, discreto até a gestão de Marcelo Crivella, foi parar na Justiça.


Valendo-se do princípio do Estado laico, o advogado Victor Travancas entrou ontem com uma ação popular contra a Prefeitura, em que exige a proibição da cerimônia.

Argumenta que qualquer ato religioso, seja qual for a crença, está impedido pelo artigo 19 da Constituição de ser realizado em prédios do município.

Por esse motivo, e pela utilização da luz, ar-condicionado e do espaço público para fins privados, o documento pede o ressarcimento de R$ 100 mil aos cofres públicos pelos réus. 

A Prefeitura enviou a seguinte nota oficial:

"O culto religioso realizado às terças-feiras no Centro Administrativo São Sebastião (CASS) acontece desde 2002, quando o prefeito Cesar Maia autorizou um pedido dos próprios servidores do CASS. Outras manifestações religiosas acontecem na prefeitura como as reuniões kardecistas e messiânicas, além de aulas de dança e feiras de artesanato. Todas organizadas pelos funcionários. Não há custos com a realização dessas manifestações e, assim como Cesar Maia e Eduardo Paes, o prefeito Marcelo Crivella entendeu que as reuniões são iniciativas dos servidores, realizadas fora do horário de trabalho e que merecem o respeito da administração pública. De acordo com artigo 19 da Constituição Federal, "é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias".")


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