quinta-feira, 27 de março de 2014

Mãe que perdeu filho 8 horas após o parto relata que Deus lhe deu forças para descartar o aborto.

Ao saber que seu filho viveria por pouco tempo depois de dar a luz, Heather Walker relatou que Deus lhe deu forças para escolher a vida ao invés de partir imediatamente para o aborto. Grayson James Walkerfaleceu 8 horas após seu nascimento.
"Deus nos abençoou abundantemente. É incrível como Ele nos deu força e graça, pois eu não poderia ter feito isso por conta própria", afirmou a mãe cristã que vive na cidade de Memphis, estado do Tennessee, região sudeste dos Estados Unidos.
Através de um blog, Heather conta como foi sua batalha, ao ter seu filho diagnosticado meses antes do parto com anencefalia, doença pré-natal caracterizada pela ausência total ou parcial do cérebro, que apresenta uma taxa de aborto de 95 por cento.
A mãe revela que deixou sua fé guiá-la, sob a crença de que Deus promove experiências sempre como alguma ação concreta. "Eu sou cristã e acho que Deus tem um plano para cada vida. Se Ele o cria, Ele tem uma razão para isso", declara ela.
Dois anos após a morte de Grayson, atualmente Heather se esforça orientando outras famílias cristãs, que passam pelo mesmo problema da descoberta da anencefalia antes do parto. Segundo ela, dificilmente é possível prevenir a situação, mas ao menos é fundamental trazer a mensagem do que está por vir e que Deus seguirá junto até o fim.
A grande repercussão em torno do caso trouxe benefícios e polêmicas à tona. A princípio, ao publicar suas fotos no Facebook, algumas do bebê sem parte do cérebro, a mãe teve seu perfil bloqueado em função do conteúdo.
O fato chamou a atenção da mídia, fez com que o Facebook voltasse atrás e levou várias pessoas com o mesmo problema a terem a chance de usar a história como exemplo de superação, ou de entrar emcontato com Heather para ganhar uma palavra de esperança.
Mãe de um casal, Heather pretendia desistir de ter outros filhos após a morte de Grayson. No entanto, agora ela está grávida de Preslie Mae, prevista para nascer em maio, sem nenhum diagnóstico de riscos de morte pré-natal até o momento.

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